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  • Poemário vasculhado 5: Cântico das Criaturas – Giovanni di Pietro Bernardone (São Francisco de Assis)

    Poemário vasculhado 5: Cântico das Criaturas – Giovanni di Pietro Bernardone (São Francisco de Assis)

    Poemário vasculhado 5: Cântico das Criaturas – Giovanni di Pietro Bernardone (São Francisco de Assis) Sempre achei que São Francisco deve ter sido um homem de extremo e apuradíssimo bom gosto. Dispensador da mais elegante das graças, que é a própria graça. Não só por ser de família burguesa abastada que comercializava tecidos finos há gerações. Não só pelo pai italiano e mãe francesa (daí o nome que vingou, Francesco), de uma classe social habituada a conviver com o que […]

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  • Poemário vasculhado 12: Film d’Amore e d’Anarchia – de Lina Wertmüller, música de Nino Rota

    Poemário vasculhado 12: Film d’Amore e d’Anarchia – de Lina Wertmüller, música de Nino Rota

    Poemário vasculhado 12: Film d’Amore e d’Anarchia – de Lina Wertmüller, música de Nino Rota Porque têm filmes que são toda uma poesia…. Film d’Amore e d’Anarchia Filme de: Lina Wertmüller Música: Nino Rota Letra da Canzone Arrabbiata: Carlo Savina Principais atores: Mariangela Melato e Giancarlo Giannini Duas músicas-poesias deste filme: CANZONE ARRABBIATA (CANÇÃO IRADA) e AMARA ME (POBRE DE MIM) em versão feminina CANZONE ARRABBIATA : Anna Melato Canzone Arrabbiata 1973 em versão masculina Canzone Arrabbiata – Dalaras Live […]

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  • “Árbol de la esperanza, mantente firme.” Frida Kahlo  –  “Insensatez humana” Hubert Reeves

    “Árbol de la esperanza, mantente firme.” Frida Kahlo – “Insensatez humana” Hubert Reeves

    “Árbol de la esperanza, mantente firme” Frida Kahlo Insensatez humana O ser humano é a espécie mais insensata. Adora um deus invisível e massacra a natureza visível! Sem saber que essa natureza que ele massacra é esse deus invisível que ele venera! Hubert Reeves tradução: Mario S. Mieli Se llamaba Magdalena Carmen Frieda Kahlo y Calderón (México D.F., 1907-1954) y tuvo una vida tan extraordinaria como sus inquietantes, coloridos y pasionales autorretratos. De sus 140 creaciones, unas 55 son autorretratos […]

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  • Unhopeme – a bilingual litany and poem by Mario S. Mieli

    Unhopeme – a bilingual litany and poem by Mario S. Mieli

    Unhopeme – a bilingual litany and poem by Mario Mieli He cherished the hope of building an invisible tower in the mountain. ESPERANÇA He cherished the hope of fishing a piece of dark wood out of the river and of calling it a Saint. FORAM ME CHAMAR. EU ESTOU AQUI. QUE É QUE HÁ? He cherished the hope of feeling the claim of the Absolute in everything he did. ESPERANÇA He cherished the hope of speeding his chase to nowhere. […]

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  • PoeMário Vasculhado 20 – Canção da Oferta e Demanda – Brecht & Eisler

    PoeMário Vasculhado 20 – Canção da Oferta e Demanda – Brecht & Eisler

    A Canção da Oferta e Demanda / Angebot und Nachfrage / Supply and Demand Por: Bertoldt Brecht e Hanns Eisler Cantada por: Robyn Archer / Músicos: London Sinfonietta Orchestra Tradução: Mario S. Mieli Arroz se obtém rio abaixo As pessoas nas províncias mais remotas precisam de arroz. Se eu puder manter esse arroz fora do mercado O arroz na certa vai ficar mais caro. Daí aos homens que puxam as barcaças vai ter que faltar arroz E conseguirei meu arroz […]

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  • >> PoeMário Vasculhado 19 – BAT EYES (Olhos de Morcego) de WB Yeats

    >> PoeMário Vasculhado 19 – BAT EYES (Olhos de Morcego) de WB Yeats

    BAT EYES (Olhos de morecego) – WB Yeats O primeiro amor, Yeats e o poder da palavra A confusão do primeiro amor, do despertar sexual e da poesia de WB Yeats explorada em BAT EYES. Aos 24 anos de idade, Adam está tendo seus olhos testados no optometrista pela primeira vez. Quando a tabela de visão fica desfocada, ele se impressiona com a força da memória e sua lembrança de sua classe na escola secundária, quando cruelmente zombou de uma […]

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  • >> PoeMário Vasculhado 18 – SÓ RESPIRAÇÃO – RUMI

    >> PoeMário Vasculhado 18 – SÓ RESPIRAÇÃO – RUMI

    Poetry by RUMI — Only Breath SÓ RESPIRAÇÃO – Rumi Tradução da versão em inglês de Coleman Barks: Mario S. Mieli Não cristão ou judeu ou muçulmano. Não hindu, budista, sufi ou zen. Nenhuma religião ou sistema cultural. Não sou do Oriente ou do Ocidente. Não saí do oceano nem brotei da terra. Não sou natural ou etéreo. Não sou composto de elementos de forma alguma. Não existo, não sou uma entidade neste mundo ou no outro, não descendi de […]

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  • >> Um manuscrito inédito de Dante Alighieri, por Sandro Moiso

    >> Um manuscrito inédito de Dante Alighieri, por Sandro Moiso

    Retrato de Dante, por Domenico di Francesco, também conhecido pelo pseudônimo Michelino di Benedetto, 1465, Santa Maria del Fiore, Florença Um manuscrito inédito de Dante Alighieri Por: Sandro Moiso Fonte: Carmilla on line 24/06/2014 Tradução: Mario S. Mieli N.doT.: Sandro Moiso apresenta a publicação pela Edizioni TABOR de Turim, do incrível manuscrito de Dante Alighieri, encontrado na Sacra di San Michele Arcangelo, Piemonte, Itália. No manuscrito, que são variações para passagens do Inferno, Dante põe na boca de Virgílio – […]

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  • >> Sala de Espera 58 – “Para que o google não vire um gulag”, por Mario S. Mieli

    >> Sala de Espera 58 – “Para que o google não vire um gulag”, por Mario S. Mieli

    Para que o google não vire um gulag Por: Mario S. Mieli Do ser mítico e artificial vislumbrado pela magia da fabricação cabalística – o Golem, passando pelo ficcional e artisticamente artesanal boneco mentiroso e anti-herói que aspira a se tornar um ser real – Pinóquio, até chegarmos à ampla gama de variantes de robóticos e eletrônicos Androides Humanoides, para prosseguir ulteriormente sempre visando à fusão do “humano” com o “artificialmente inteligente”, pelo qual tanto anseiam o Pós-humanismo, o Transhumanismo […]

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  • >> Juan Gelman: uma oração de comover as entranhas, por Leonardo Boff

    >> Juan Gelman: uma oração de comover as entranhas, por Leonardo Boff

    Juan Gelman: uma oração de comover as entranhas Por: Leonardo Boff Fonte: Brasil de Fato 17/01/2014 Sua poesia é de grande leveza, lirismo e especialmente cheia da verdade humana, feita de dores, alegrias, buscas, encontros e muita fé. Para ele o encontro com São João da Cruz e com Santa Tereza d’Avila no exílio conferiram-lhe uma aura nova à existiencia Aos 83 anos morreu um dos maiores poetas argentinos Juan Gelman que vivia há muitos anos no México. Sofreu todas […]

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  • >> Singelas Profana-ações 105 – O Sol artificial de Beijing que remete a Pessoa

    >> Singelas Profana-ações 105 – O Sol artificial de Beijing que remete a Pessoa

    Tiro-te o sol para dar-te o símbolo do sol. Esta é a visão que os cidadãos da poluída cidade de Pequim/Beijing na China podem ter de um por do sol. O seu símbolo artificial. Através de telas gigantescas que, ironicamente, reproduzem o que se poderia ver se não estivéssemos completamente atolados na cegueira do industrialismo desenfreado, do consumismo descontrolado, dos falsos valores descomedidos, da matriz perversa desembestada. A visão do que seria o por do sol num mundo menos imundo. […]

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  • >> Amiri Baraka, mais um poeta que se vai. Somebody Blew Up America / Alguém detonou a América

    >> Amiri Baraka, mais um poeta que se vai. Somebody Blew Up America / Alguém detonou a América

    Faleceu hoje, 9/1/2014, aos 79 anos, o poeta e ativista estadunidense Amiri Baraka. Em sua homenagem, postamos a versão traduzida para o português e o texto original de sua famosa e controvertida poesia “Somebody Blew Up America”. O vídeo com o próprio Amiri recitando sua poesia foi gravado por ocasião do evento Attica is All of Us, na Riverside Church, no Harlem, Nova York, em 9 setembro de 2011. O evento comemorava o 40º aniversário da rebelião na prisão de […]

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  • >> Cabeças que fazem falta 6 – Vimala Thakar: “Sou o perfume da evolução cósmica…Nenhuma idade pode reclamar-me.”

    >> Cabeças que fazem falta 6 – Vimala Thakar: “Sou o perfume da evolução cósmica…Nenhuma idade pode reclamar-me.”

    NENHUMA IDADE PODE RECLAMAR-ME Vimala Thakar Estou apaixonadamente interessada pela vida. A minha atenção… nada pode desviá-la do viver. Estou loucamente enamorada pelo Homem. Não podem deter-me as distinções nem as discriminações. A paixão pela Liberdade me consome. A ética e a religião não podem controlar minha espontaneidade. A terra é o meu lar, os vastos céus minha morada. Nenhum estado, nenhuma nação poderão jamais assenhoriar-se de mim. Sou o perfume da evolução cósmica. Nenhum pensamento, nenhuma raça, nenhuma idade […]

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  • >> “A poesia é a verdade disponível a todos. Somos todos poetas.” Ermanno Olmi

    >> “A poesia é a verdade disponível a todos. Somos todos poetas.” Ermanno Olmi

    Assim se expressa o cineasta Ermanno Olmi sobre poesia e verdade: “A poesia é a verdade disponível a todos. Somos todos poetas.” Transcrição traduzida: Mario S. Mieli Pelo nosso caminho humano, a única possibilidade de nos aproximarmos da verdade é através da poesia. A poesia? Talvez vocês dirão: mas aqui já se faz uma distinção preocupante, pois não há assim tantos poetas. Não. Somos todos poetas. Todos somos poetas. Quando dizemos a uma pessoa: eu te amo, quantas vezes terão […]

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  • >> PoeMário Vasculhado 17 – AOS QUE HESITAM – Bertolt Brecht

    >> PoeMário Vasculhado 17 – AOS QUE HESITAM – Bertolt Brecht

    PoeMário Vasculhado 17 – AOS QUE HESITAM – Bertolt Brecht Via: http://www.fla.matrix.com.br/ticiano/Brecht/aos_que_hesitam.htm Tradução: Paulo César de Souza Fonte: BERTOLT BRECHT POEMAS 1913-1956, Editora 34 AOS QUE HESITAM Você diz: Nossa causa vai mal. A escuridão aumenta. As forças diminuem. Agora, depois que trabalhamos por tanto tempo Estamos em situação pior que no início. Mas o inimigo está aí, mais forte do que nunca. Sua força parece ter crescido. Ficou com aparência de invencível. Mas nós cometemos erros, não há como […]

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  • >> PoeMário Vasculhado 16 – A Esperança, de Andrée Chedid

    >> PoeMário Vasculhado 16 – A Esperança, de Andrée Chedid

    PoeMário Vasculhado 16 – A Esperança, de Andrée Chedid Andrée Chedid A Esperança Ancorei a esperança Às raízes da vida Frente às trevas Ergui clarões Plantei tochas Na orla das noites Clarões que persistem Tochas que deslizam Entre sombras e barbáries Clarões que renascem Tochas que se erguem Sem definhar jamais Enraizo a esperança No húmus do coração Adoto toda a esperança Em seu espírito de rebelião Andrée Chedid Tradução livre: Mario S Mieli 1º de abril de 2004 No […]

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  • >> Poemário vasculhado 6: Eu te amo – de Stefano Benni

    Poemário vasculhado 6: Eu te amo – de Stefano Benni È uma pena… este escritor e poeta, tão conhecido na Itália e um pouco na França, bastante traduzido, mas … ainda tão desconhecido no resto da aldeia global. Io ti amo (Eu te amo) Stefano Benni Tradução: Mario S. Mieli Eu te amo e se isso não te bastar roubarei as estrelas do céu para fazer delas uma guirlanda e o céu vazio não se lamentará daquilo que perdeu porque […]

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  • >> PoeMário Vasculhado 15 – Animula vagula blandula – Adriano

    >> PoeMário Vasculhado 15 – Animula vagula blandula – Adriano

    PoeMário Vasculhado 15 – Animula vagula blandula – Adriano fragmento do poema de Adriano (o imperador Publius Aelius Traianus Hadrianus Augustus) dirigido à sua própria alma, repescado por Marguerite Yourcenar para começar suas “Memórias de Adriano” imaginárias, e que não deixa de ser também o epitáfio do imperador-poeta. A analogia do poema com o hoje está no fato de que com o pós-humano, o trans-humano e a transformação do homem em hominídeo sintético avança-se justamente na erradicação definitiva do que […]

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  • >> PoeMário Vasculhado 14 -Ezra Pound- Canto XLV, também conhecido como “The Usura Canto”, declamado pelo próprio poeta

    PoeMário Vasculhado 14 – Ezra Pound – Canto XLV – também conhecido como “The Usura Canto”, declamado pelo próprio poeta O que mais apropriado, nessa época de farsa mascarada de crise, que: esta observação de Mauro Santayana em seu artigo Juros encabrestados: “No Brasil, a audácia dos banqueiros privados vai além de toda a cautela. Os juros cobrados dos mais pobres – os que são compelidos a valer-se dos empréstimos de curto prazo, mediante o cheque especial, e do refinanciamento […]

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  • >> PoeMario vasculhado 13 – Standard Oil Co. de Pablo Neruda

    PoeMario vasculhado 13 – Standard Oil Co. de Pablo Neruda O poema, dos anos 40, faz parte de “Canto Geral”. Hoje a Standard Oil e algumas de suas “irmãs” trocaram de nome, metastasearam-se e prosseguem impávidas metastaseando-nos também. Vídeo produzido pela: Four Seasons Productions Tradução para o português do site português: http://xatoo.blogspot.com/2008/07/standard-oil-company.html Standard Oil Co. Quando o barro se abriu passou através da superfície pedregosa e despejou o intestino implacável vindo das reservas subterrâneas de milhões de anos mortos, sem […]

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