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	<title>agência imediata</title>
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		<title>&gt;&gt;Manifesto da Filantropo-Licantropia Kapetalista, por Artur d’Amaru</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Aug 2010 12:29:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Artur dAmaru</dc:creator>
				<category><![CDATA[LANCE DE DADOS]]></category>

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		<description><![CDATA[
Modesta e singela contribuição de
Artur d’Amaru
ao recente apelo-estratégia lançado por mega-multi-bi-trilionários a outros mega-multi-bi-trilionários para fazerem seus lances no Kassino-Kapital-Karitativo  &#8211;  o modo mais tranquilo e seguro para honrar e preservar o status quo…

“Nemo dat quod non habet”
(Não se pode dar o que não se tem) – Máxima latina
“Quem faz o mal, e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://imediata.org/wp-content/imagens/logos/logolance.jpg" alt="null" /><br />
<strong>Modesta e singela contribuição de<br />
Artur d’Amaru<br />
ao recente apelo-estratégia lançado por mega-multi-bi-trilionários a outros mega-multi-bi-trilionários para fazerem seus lances no Kassino-Kapital-Karitativo  &#8211;  o modo mais tranquilo e seguro para honrar e preservar o status quo…</strong></p>
<p><a href="http://www.heritagegallery.com/william-gropper.html"><img src="http://imediata.org/imagens/gropper-kkk.jpg" alt="" /></a></p>
<p>“Nemo dat quod non habet”<br />
(Não se pode dar o que não se tem) – Máxima latina</p>
<p>“Quem faz o mal, e teme que alguém o descubra, ainda tem uma semente do bem no seu mal; quem faz o bem, e fica ansioso para que alguém o descubra, ainda tem uma semente do mal no seu bem.” Provérbio chinês</p>
<p>“Philantropic people loose all sense of humanity…”<br />
(As pessoas filantrópicas perdem todo o senso de humanidade…”) Oscar Wilde</p>
<p>Precisamos de mãos suplicantes e desesperadas.</p>
<p>De carentes. De mendigos. De destituídos. Em prol do aprimoramento de nossas Públicas (des)Relações.</p>
<p>Por toda a grana em que metemos a mão, temos que propiciar a graça de “devolver à comunidade” alguns desvalorizados tostões, provando o quanto somos bons e benfazejos na falsa e hipócrita retribuição que fazemos, e reivindicando, assim, como não há sistema mais altruísta e justo que aquele que a todos impomos. </p>
<p>Desregulamentemos tudo, por favor, menos o abuso da feudal filantropia, que é a forma bestial, habitual e consagrada de revertermos nossa impune e desmedida ganância à pretensa preocupação de assistência aos oprimidos, aos explorados, aos mortos de fome… </p>
<p>Fazemos questão de sermos imortalizados<br />
como promotores de tudo o que há de bom e de melhor.<br />
Excelência em exploração caritativa.<br />
Alegando ajuda a uma minoria e imolando no altar do capital a humanidade inteira,<br />
nós, frívolos líderes da vaidade terminal…<br />
Não como trilionários ou bilionários, que seja, mas como franco-atiradores, em nossa avara e planejada condescendência de doadores de parcos trocados aos “mais necessitados, aos “menos favorecidos”, aos “subprivilegiados”…<br />
Haverá melhor forma de ofuscar como falso despojamento, desprendimento e prodigalidade toda a real voracidade de lucro e poder que foi e é a essência de nossas vidas? Todas as falcatruas que praticamos, todos os impostos que não pagamos, as taxas que evadimos, os tributos que não recolhemos? </p>
<p>Que viva a humanidade num eterno inferno social, mas que sejam preservados nossos paraísos fiscais e nosso ímpeto caritativo vão e incontinente…</p>
<p>Se esticamos dois paus e três moedinhas a um dos milhões que empregamos com salários de servos e despedimos sem benefícios sociais, sem seguro saúde, sem escola gratuita, sem aposentadoria digna…. Eis que desempatamos no jogo da vil e maníaca pseudoconsciência filantropo-capitalista!</p>
<p>Enquanto vendemos como comida alimentos contaminados e envenenados, mandamos marchar “soldados-cabeças-de-papel” para matar, destroçar e aniquilar em troca de míseros soldos, emitimos ordens de despejo a todos os que se atrasam em suas prestações hipotecárias, fechamos escolas, suprimimos a educação pública, reduzimos os meios de transporte ao mínimo necessário para que a arraia miúda possa nos servir adequadamente, abolimos qualquer resquício de redes de emancipação e suporte, cancelamos todo tipo de programa social… deve ser nossa prioridade absoluta passar algumas nojentas cédulas como “fundos” para os indecentes indigentes (que criamos). Afinal, para que destruir o Estado (que deveria ser um bem comum de todos) e privatizar até os pentelhos da mãe joana se não for para ressaltar a nossa magnificência, outorgar-nos a exclusividade da patente da caridade (descarados, desvergonhados e caras-de-pau que somos), quando tudo o que fazemos é apenas retinir meia-dúzia de cobres enferrujados como se fossem a chave da fortuna?</p>
<p>Esmolambados do mundo, uni-vos<br />
para o nosso deleite e a nossa diversão,<br />
enquanto, ao ostentar a nossa bondade,<br />
seduzindo-vos com um par de patacas<br />
estamos, ao mesmo tempo,<br />
garantindo que tudo continuará como está.</p>
<p>Camumbembes mambembes dependentes desvalidos<br />
Vinde atirar-vos, mesquinhos e patéticos, aos pés de nossa articulada magnanimidade<br />
para ver quem será o vencedor de nossa avarenta prodigalidade lotérica… nosso baú da felicidade… nossa feira da bondade…<br />
Vinde comprar os bilhetes de nossas rifas beneficientes, de nossos consórcios dos carentes, materializados em óbolos cuidadosamente diluídos para cada vez mais dividir-vos e cada vez melhor gerenciar-vos.</p>
<p>Indigentes miseráveis descartáveis enroscados em apuros<br />
Vinde honrar a benevolência de nossas mufunfas e jabaculês…<br />
dedutíveis dos impostos. Assim, quem definirá a despolítica… sempre e para sempre… seremos sempre nós…</p>
<p>Pedidores desmilinguidos engasgados em sofreguidão,<br />
desprezíveis despossuídos desterrados desenterrados…<br />
Apressem-se TODOS<br />
para poderem usufruir,<br />
como viciados e dependentes fregueses de nossa<br />
filantropia medieval antropofágica…<br />
nossa “ajuda” humanitária… o néctar de nossa exploração…</p>
<p>de modo a perpetuar-nos como<br />
destemperados predadores e parasitas às vossas<br />
custas.<br />
Extremamente generosos na nossa tacanha perversidade<br />
de deixar as coisas como estão… </p>
<p>exímios pluto-cleptocratas que somos… </p>
<p>peritos em deixá-los eternamente enrascados na condição de sub-humanos mendicantes…</p>
<p>esmoleiros perenemente entalados e sequestrados nesta milagrosa<br />
Kermesse do Grande Kapital Kanibal…</p>
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		<title>&gt;&gt;Chomsky: “Os EUA são o maior terrorista do mundo”</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Aug 2010 13:56:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator></dc:creator>
				<category><![CDATA[LANCE DE DADOS]]></category>

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		<description><![CDATA[
Fonte: Agência de Notícias Nova Colômbia. Original em http://www.semana.com/noticias-mundo/parte-colombia-robada-roosevelt/142043.aspx
Noam Abraham Chomsky, intelectual estadunidense, pai da linguística e polêmico ativista por suas posturas contra o intervencionismo militar dos Estados Unidos, visitou a Colômbia para ser homenageado pelas comunidades indígenas do Departamento de Cauca. Falou com exclusividade para Luis Angel Murcia, do jornal Semana.com, em 21 de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://imediata.org/wp-content/imagens/logos/logolance.jpg" alt="null" /><br />
Fonte: Agência de Notícias Nova Colômbia. Original em <a href="http://www.semana.com/noticias-mundo/parte-colombia-robada-roosevelt/142043.aspx">http://www.semana.com/noticias-mundo/parte-colombia-robada-roosevelt/142043.aspx</a></p>
<p><em><strong>Noam Abraham Chomsky, intelectual estadunidense, pai da linguística e polêmico ativista por suas posturas contra o intervencionismo militar dos Estados Unidos, visitou a Colômbia para ser homenageado pelas comunidades indígenas do Departamento de Cauca. Falou com exclusividade para Luis Angel Murcia, do jornal Semana.com, em 21 de Julho de 2010.</strong></em></p>
<p>O morro El Bosque, um pedaço de vida natural ameaçado pela riqueza aurífera que se esconde em suas entranhas, desde a semana passada tem uma importância de ordem internacional. Essa reserva, localizada no centro da cidade de Cauca, muito próxima ao Maciço colombiano, é o cordão umbilical que hoje mantêm aos indígenas da região conectados com um dos intelectuais e ativistas da esquerda democrática mais prestigiados do planeta. </p>
<p>Noam Abraham Chomsky. Quem o conhece assegura que é o ser humano vivo cujas obras, livros ou reflexões, são as mais lidas depois da Bíblia. Sem duvida, Chomsky, com 81 anos de idade, é uma autoridade em geopolítica e Direitos Humanos. </p>
<p>Sua condição de cidadão estadunidense lhe dá autoridade moral para ser considerado um dos mais recalcitrantes críticos da política expansionista e militar que os EUA aplica no hemisfério. No seu país e na Europa é ouvido e lido com muito respeito, já ganhou todos os prêmios e reconhecimentos como ativista político e suas obras, tanto em linguística como em análise política, foram premiadas.</p>
<p>Sua passagem discreta pela Colômbia não era para proferir as laureadas palestras, mas para receber uma homenagem especial da comunidade indígena que vive no Departamento de Cauca. O morro El Bosque foi rebatizado como Carolina, que é o mesmo nome de sua esposa, a mulher que durante quase toda sua vida o acompanhou. Ela faleceu em dezembro de 2008.</p>
<p>Em sua agenda, coordenada pela CUT e pela Defensoria do Povo do Vale, o Senhor Chomsky dedicou alguns minutos para responder exclusivamente a Semana.com e conversar sobre tudo.</p>
<p><strong>Quê significado tem para o senhor esta homenagem?</strong></p>
<p>Estou muito emocionado; principalmente por ver que pessoas pobres que não possuem riquezas se prestem a fazer esse tipo de elogios, enquanto que pessoas mais ricas não dão atenção para esse tipo de coisa.</p>
<p><strong>Seus três filhos sabem da homenagem?</strong></p>
<p>Todos sabem disso e de El Bosque. Uma filha que trabalha na Colômbia contra as companhias internacionais de mineração também está sabendo.</p>
<p><strong>Nesta etapa da sua vida o que o apaixona mais: a linguística ou seu ativismo político?</strong></p>
<p>Tenho estado completamente esquizofrênico desde que eu era jovem e continuo assim. É por isso que temos dois hemisférios no cérebro.</p>
<p><strong>Por conta desse ativismo teve problemas com alguns governos, um deles e o mais recente foi com Israel, que o impediu de entrar nas terras da palestina para dar uma palestra.</strong></p>
<p>É verdade, não pude viajar, apesar de ter sido convidado por uma universidade palestina, mas me deparei com um bloqueio em toda a fronteira. Se a palestra fosse para Israel, teriam me deixado passar.</p>
<p><strong>Essa censura tem a ver com um de seus livros intitulado ‘Guerra ou Paz no Oriente Médio?</strong></p>
<p>É por causa dos meus 60 anos de trabalho pela paz entre Israel e a Palestina. Na verdade, eu vivi em Israel.</p>
<p><strong>Como qualifica o que se passa no Oriente Médio?</strong></p>
<p>Desde 1967, o território palestino foi ocupado e isso fez da Faixa de Gaza a maior prisão ao ar livre do mundo, onde a única coisa que resta a fazer é morrer.</p>
<p><strong>Chegou a se iludir com as novas posturas do presidente Barack Obama?</strong></p>
<p>Eu já tinha escrito que é muito semelhante a George Bush. Ele fez mais do que esperávamos em termos de expansionismo militar. A única coisa que mudou com Obama foi a retórica.</p>
<p><strong>Quando Obama foi galardoado com o prêmio Nobel de Paz, o quê o senhor pensou?</strong></p>
<p>Meia hora após a nomeação, a imprensa norueguesa me perguntou o que eu pensava do assunto e respondi: “Levando em conta o seu recorde, este não foi a pior nomeação”. O Nobel da Paz é uma piada.</p>
<p><strong>Os EUA continuam a repetir seus erros de intervencionismo?</strong></p>
<p>Eles tem tido muito êxito. Por exemplo, a Colômbia tem o pior histórico de violação dos Direitos Humanos desde o intervencionismo militar dos EUA.</p>
<p><strong>Qual é a sua opinião sobre o conceito de guerra preventiva que os Estados Unidos apregoam?</strong></p>
<p>Não existe esse conceito, é simplesmente uma forma de agressão. A guerra no Iraque foi tão agressiva e terrível que se assemelha ao que os nazistas fizeram. Se aplicarmos essa mesma regra, Bush, Blair e Aznar teriam de ser enforcados, mas a força é aplicada aos mais fracos.</p>
<p><strong>O que acontecerá com o Irã?</strong></p>
<p>Hoje existe uma grande força naval e aérea ameaçando o Irã e, somente a Europa e os EUA pensam que isso está certo. O resto do mundo acredita que o Irã tem o direito de enriquecer urânio. No Oriente Médio três países (Israel, Paquistão e Índia) desenvolveram armas nucleares com a ajuda dos EUA e não assinaram nenhum tratado.</p>
<p><strong>O senhor acredita na guerra contra o terrorismo?</strong></p>
<p>Os EUA são os maiores terroristas do mundo. Não consigo pensar em qualquer país que tenha feito mais mal do que eles. Para os EUA, terrorismo é o que você faz contra nós e não o que nós fazemos a você.</p>
<p><strong>Há alguma guerra justa dos Estados Unidos?</strong></p>
<p>A participação na Segunda Guerra Mundial foi legítima, entretanto eles entraram na guerra muito tarde.</p>
<p><strong>Essa guerra por recursos naturais no Oriente Médio pode vir a se repetir na América Latina?</strong></p>
<p>É diferente. O que os EUA tem feito na América Latina é, tradicionalmente, impor brutais ditaduras militares que não são contestados pelo poder da propaganda.</p>
<p><strong>A América Latina é realmente importante para os Estados Unidos?</strong></p>
<p>Nixon afirmou: “Se não podemos controlar a América Latina, como poderemos controlar o mundo”.</p>
<p><strong>A Colômbia tem algum papel nessa geopolítica ianque?</strong></p>
<p>Parte da Colômbia foi roubada por Theodore Roosevelt com o Canal do Panamá. A partir de 1990, este país tem sido o principal destinatário da ajuda militar estadunidense e, desde essa mesma data tem os maiores registros de violação dos Direitos Humanos no hemisfério. Antes o recorde pertencia a El Salvador que, curiosamente também recebia ajuda militar.</p>
<p><strong>O senhor sugere que essas violações têm alguma relação com os Estados Unidos?</strong></p>
<p>No mundo acadêmico, concluiu-se que existe uma correlação entre a ajuda militar dada pelos EUA e violência nos países que a recebem.</p>
<p><strong>Qual é sua opinião sobre as bases militares gringas que há na Colômbia?</strong></p>
<p>Não são nenhuma surpresa. Depois de El Salvador, é o único país da região disposto a permitir a sua instalação. Enquanto a Colômbia continuar fazendo o que os EUA pedir que faça, eles nunca vão derrubar o governo.</p>
<p><strong>Está dizendo que os EUA derruba governos na América Latina?</strong></p>
<p>Nesta década, eles apoiaram dois golpes. No fracassado golpe militar da Venezuela em 2002 e, em 2004, seqüestraram o presidente eleito do Haiti e o enviaram para a África. Mas agora é mais difícil fazê-lo porque o mundo mudou. A Colômbia é o único país latinoamericano que apoiou o golpe em Honduras.</p>
<p><strong>Tem algo a dizer sobre as tensões atuais entre Colômbia, Venezuela e Equador?</strong></p>
<p>A Colômbia invadiu o Equador e não conheço nenhum país que tenha apoiado isso, salvo os EUA. E sobre as relações com a Venezuela, são muito complicadas, mas espero que melhorem.</p>
<p><strong>A América Latina continua sendo uma região de caudilhos?</strong></p>
<p>Tem sido uma tradição muito ruim, mas, nesse sentido, a América Latina progrediu e, pela primeira vez, o cone sul do continente está a avançando rumo a uma integração para superar seus paradoxos, como, por exemplo, ser uma região muito rica, mas com uma grande pobreza.</p>
<p><strong>O narcotráfico é um problema exclusivo da Colômbia?</strong></p>
<p>É um problema dos Estados Unidos. Imagine que a Colômbia decida fumigar a Carolina do Norte e o Kentucky, onde se cultiva tabaco, o qual provoca mais mortes do que a cocaína.</p>
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		<item>
		<title>&gt;&gt;Os campos de extermínio das corporações multinacionais; os pesticidas, poluição e economias de genocídio, por Vandana Shiva</title>
		<link>http://imediata.org/?p=356</link>
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		<pubDate>Fri, 06 Aug 2010 13:47:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vandana Shiva</dc:creator>
				<category><![CDATA[BIODIVERSIDADE IMEDIATA]]></category>

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		<description><![CDATA[
Publicado em 19 de julho de 2010 por The Asian Age
Tradução: Agência Imediata

A tragédia do gás de Bhopal foi o pior desastre industrial da história da humanidade. 25.000 pessoas morreram, 500.000 sofreram ferimentos e danos à saúde, e a injustiça feita às vítimas de Bhopal nos últimos 25 anos passará para a história como o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://imediata.org/wp-content/imagens/logos/logobiodiv.jpg" alt="null" /></p>
<p><strong>Publicado em 19 de julho de 2010 por <a href="http://www.asianage.com/">The Asian Age</a><br />
Tradução: Agência Imediata<br />
</strong></p>
<p>A tragédia do gás de Bhopal foi o pior desastre industrial da história da humanidade. 25.000 pessoas morreram, 500.000 sofreram ferimentos e danos à saúde, e a injustiça feita às vítimas de Bhopal nos últimos 25 anos passará para a história como o pior caso de jurisprudência de todos os tempos. </p>
<p>O vazamento de gás em Bhopal em dezembro de 1984 ocoreu na fábrica principal da Union Carbide, a qual manufaturava o &#8220;carabaryl&#8221; (nome comercial: &#8220;sevin&#8221;) – um pesticida usado sobretudo em indústrias de algodão. Foi, de fato, por causa da tragédia do gás de Bhopal e da tragédia da violência extremista na região de Punjab que eu percebi que a agricultura tinha se tornado uma zona de guerra. Os pesticidas são substâncias químicas de guerra que matam – a cada ano, 220.000 pessoas morrem devido aos pesticidas, em todo o mundo.</p>
<p>Depois de pesquisar o assunto, concluí que não precisamos de pesticidas tóxicos que matam seres humanos e seres de outras espécies, os quais sustentam a teia da vida. Os pesticidas não controlam as pragas e pestes, eles criam as pragas e pestes, matando as espécies benéficas. Temos alternatives mais seguras e não violentas, tal como o nim (azadirachta indica). Por isso, na época do desastre de Bhopal, comecei a campanha “Chega de Bhopals, plante um nim.” A campanha pelo nim levou-me a desafiar a biopirataria sobre o nim, em 1994, quando soube que a multinacional estadunidense W.R. Grace, tinha patenteado o nim para uso como pesticida e fungicida, e estava construindo uma fábrica de extração de nim em Tumkur, Karnataka. Lutamos contra o caso de biopirataria por 11 anos e, no fim, fomos bem sucedidos, derrotanto essa patente biopirata. </p>
<p>Nesse mesmo período, as indústrias produtoras de pesticidas estavam passando por uma mutação, convertendo-se no setor de biotecnologia e engenharia genética. Ao mesmo tempo em que a engenharia genética era promovida como uma alternativa aos pesticidas, o algodão Bt era introduzido para terminar com o uso de pesticidas. Mas o algodão Bt falhou em controlar as pragas de algodão, muito pelo contrário, acabou criando novas pragas, o que levou a um aumento no uso de pesticidas. </p>
<p>O alto custo das sementes geneticamente modificadas (GM) e dos pesticidas estão causando o endividamento dos agricultures e agricultures endividados estão cometendo suicídio. Se adicionarmos os 200.000 suicídios de agricultures na Índia às 25.000 pessoas mortas em Bhopal, a conclusão é de que estamos testemunhando um genocídio corporativo maciço – a matança de pessoas com o fim de se obter magalucros. Para manter esses megalucros, contam-se mentiras sobre como, sem pesticidas e organismos geneticamente modificados (OGMs), ficaríamos sem alimentos. De fato, as conclusões da International Assessment of Agricultural Science and Technology for Development (Avaliação Internacional das Ciências e Tecnologias Agrícolas para o Desenvolvimento), empreendida pelas Nações Unidas, mostra que a agricultura ecologicamente orgânica produz mais alimentos a um custo mais baixo do que a agricultura química ou os OGMs. </p>
<p>O setor agroquímico e o seu novo avatar, o setor biotecnológico, não distorcem e manipulam somente o conhecimento, a ciência e a política pública. Ele também manipula a lei e o sistema jurídico. A razão pela qual se negou justiça às vítimas de Bhopal é porque as corporações querem fugir de suas responsabilidades. Fugir das responsabilidades é, efetivamente, o verdadeiro significado de “livre comércio”. A tragédia de Bhopal é dupla.</p>
<p>É interessante observar que o desastre de Bhopal ocorreu precisamente quando as corporações buscavam a desregulamentação e a imunidade relativas a qualquer obrigação, através dos instrumentos do “livre comércio”, da “liberalização do comércio”, da “globalização”, tanto por meio da pressão bilateral quanto através da Rodada do Uruguai do Acordo Geral sobre Tarifas e Comércio (GATT, ou General Agreement on Tariffs and Trade), que levou à criação da Organização Mundial do Comércio. </p>
<p>A injustiça para com o povo de Bhopal tem sido usada para demonstrar às corporações que elas têm imunidade, em consequência de qualquer matança que provocam. É isso que os politicos de nível superior comunicaram à Dow Chemical. É isso que o fórum da Comissão EUA-Índia para a Cooperação Ambiental afirmou em 11 de junho de 2010, no contexto das reivindicações, em toda a Índia, a favor de justiça para com as vítimas de Bhopal. Conforme comentário de um jornal, Bhopal está sendo visto como um “empecilho e impedimento ao comércio… as recomendações incluem remover os empecilhos para o comércio (pela Índia), e a adoção de um tipo de regime de responsabilidade nuclear”. </p>
<p>Negar justiça a Bhopal tem sido a base de todos os investimentos tóxicos desde o desastre de Bhopal, seja o algodão BT, a fábrica de náilon da DuPont ou a Lei Civil de Responsabilidade Nuclear (Civil Nuclear Liability Bill). </p>
<p>Assim como as vítimas de Bhopal foram resarcidas com apenas 12.000 rúpias (aproximadamente US$ 250) cada uma, a Lei de Responsabilidade Nuclear também procura estipular um teto de responsabilidade monetária de somente US$ 100 milhões quanto às operações privadas de uma indústria nuclear no caso de um acidente nuclear. Uma vez mais, pessoas podem ser mortas, mas corporações estão desobrigadas de pagar. </p>
<p>Tem havido também um intenso debate na Índia quanto aos OGMs. Foi feita uma tentativa pela Monsanto/Mahyco de introduzir o Bt brinjal em 2009. Em consequência de audiências públicas realizadas em todo o país, foi colocada em prática uma moratória para sua comercialização. Imediatamente depois que a lei da moratória foi introduzida pelo Órgão de Regulamentação de Biotecnologia da Índia – a lei não somente desobriga o setor biotecnológico de qualquer responsabilidade, como também inclui uma cláusula que capacita o governo a prender e a multar qualquer pessoa que questione a necessidade e a segurança dos OGMs. </p>
<p>De Bhopal aos pesticidas, aos OGMs e às indústrias nucleares, há duas lições que podemos tirar. Uma, a de que corporações introduzem tecnologias perigosas, como pesticidas e OGMs para fins de lucro, e lucro somente. A segunda lição, relacionada ao comércio, é a de que corporações procuram expandir seus mercados e relocar tecnologias perigosas e de alto custo ambiental para países como a Índia. </p>
<p>As corporações procuram globalizar a produção, mas não querem globalizar a justiça e os direitos. A diferença no tratamento da Union Carbide e da Dow Chemical no contexto de Bhopal, e o da BP no contexto do derramamento de petróleo no Golfo do México mosta como está sendo criado um verdadeiro apartheid. A desvalorização da vida das pessoas do Terceiro Mundo e dos ecossistemas é intrínseco ao projeto de globalização. A globalização está levando à terceirização da poluição – substâncias e tecnologias perigosas – para o Terceiro Mundo. Esse é o coração da globalização – as economias de genocídio. </p>
<p>Lawrence Summers, que era o economista-chefe do Banco Mundial e é agora o economista-chefe do governo Obama, num memorando de 12 de dezembro de 1991 escreveu para um funcionário do Banco: “Entre você e eu, o Banco Mundial não deveria encorajar uma maior migração das indústrias sujas para os países menos desenvolvidos?” </p>
<p>Como os salários são baixos no Terceiro Mundo, os custos econômicos da poluição decorrentes de mais doenças e mortes são menores nos países mais pobres. Segundo o Sr. Summers, a lógica da “relocação de poluentes nos países com salários mais baixos é impecável e deveríamos encará-la”. </p>
<p>Tudo isso e Bhopal nos deve ensinar a reivindicar por nossa humanidade universal e comum, e construir uma Democracia Planetária, na qual todos sejamos iguais, e onde as corporações não tenham  imunidade por seus crimes contra o povo e o planeta. </p>
<p><strong>© 2010 Asian Age </p>
<p>Vandana Shiva é uma feminista e ativista ambiental da Índia. Ela é a fundadora e diretora do Navdanya Research Foundation for Science, Technology, and Ecology.</strong></p>
<p><strong>English original</p>
<p>Published on Monday, July 19, 2010 by The Asian Age </p>
<p>The Killing Fields of Multi-National Corporations </p>
<p>Pesticides, Pollution and the Economies of Genocide </p>
<p>by Vandana Shiva<br />
</strong><br />
The Bhopal gas tragedy was the worst industrial disaster in human history. Twenty-five thousand people died, 500,000 were injured, and the injustice done to the victims of Bhopal over the past 25 years will go down as the worst case of jurisprudence ever. </p>
<p>The gas leak in Bhopal in December 1984 was from the Union Carbide pesticide plant which manufactured &#8220;carabaryl&#8221; (trade name &#8220;sevin&#8221;) &#8211; a pesticide used mostly in cotton plants. It was, in fact, because of the Bhopal gas tragedy and the tragedy of extremist violence in Punjab that I woke up to the fact that agriculture had become a war zone. Pesticides are war chemicals that kill &#8211; every year 220,000 people are killed by pesticides worldwide. </p>
<p>After research I realised that we do not need toxic pesticides that kill humans and other species which maintain the web of life. Pesticides do not control pests, they create pests by killing beneficial species. We have safer, non-violent alternatives such as neem. That is why at the time of the Bhopal disaster I started the campaign &#8220;No more Bhopals, plant a neem&#8221;. The neem campaign led to challenging the biopiracy of neem in 1994 when I found that a US multinational, W.R. Grace, had patented neem for use as pesticide and fungicide and was setting up a neem oil extraction plant in Tumkur, Karnataka. We fought the biopiracy case for 11 years and were eventually successful in striking down the biopiracy patent. </p>
<p>Meanwhile, the old pesticide industry was mutating into the biotechnology and genetic engineering industry. While genetic engineering was promoted as an alternative to pesticides, Bt cotton was introduced to end pesticide use. But Bt cotton has failed to control the bollworm and has instead created major new pests, leading to an increase in pesticide use. </p>
<p>The high costs of genetically-modified (GM) seeds and pesticides are pushing farmers into debt, and indebted farmers are committing suicide. If one adds the 200,000 farmer suicides in India to the 25,000 killed in Bhopal, we are witnessing a massive corporate genocide &#8211; the killing of people for super profits. To maintain these super profits, lies are told about how, without pesticides and genetically-modified organisms (GMOs), there will be no food. In fact, the conclusions of International Assessment of Agricultural Science and Technology for Development, undertaken by the United Nations, shows that ecologically organic agriculture produces more food and better food at lower cost than either chemical agriculture or GMOs. </p>
<p>The agrochemical industry and its new avatar, the biotechnology industry, do not merely distort and manipulate knowledge, science and public policy. They also manipulate the law and the justice system. The reason justice has been denied to the victims of Bhopal is because corporations want to escape liability. Freedom from liability is, in fact, the real meaning of &#8220;free trade&#8221;. The tragedy of Bhopal is dual.<br />
Interestingly, the Bhopal disaster happened precisely when corporations were seeking deregulation and freedom from liability through the instruments of &#8220;free trade&#8221;, &#8220;trade liberalisation&#8221; and &#8220;globalisation&#8221;, both through bilateral pressure and through the Uruguay Round of General Agreement on Tariffs and Trade (GATT) which led to the creation of the World Trade Organisation. </p>
<p>Injustice for Bhopal has been used to tell corporations that they can get away with murder. This is what senior politicians communicated to Dow Chemical. This is what the US-India Commission for Environmental Cooperation forum stated on June 11, 2010, in the context of the call from across India for justice for Bhopal victims. As one newspaper commented, Bhopal is being seen as a &#8220;road block and impediment to trade&#8230; the recommendations include removing road blocks to commercial trade by (India), and adoption of a nuclear liability regime&#8221;. </p>
<p>Denial of justice to Bhopal has been the basis of all toxic investments since Bhopal, be it Bt cotton, DuPont&#8217;s nylon plant or the Civil Nuclear Liability Bill. </p>
<p>Just as Bhopal victims were paid a mere Rs 12,000 (approximately $250) each, the proposed Nuclear Liability Bill also seeks to put a ceiling on liability of a mere $100 million on private operations of a nuclear power plant in case of a nuclear accident. Once again, people can be killed but corporations should not have to pay. </p>
<p>There has also been an intense debate in India on GMOs. An attempt was made by Monsanto/Mahyco to introduce Bt brinjal in 2009. As a result of public hearings across the country, a moratorium has been put on its commercialisation. Immediately after the moratorium a bill was introduced for a Biotechnology Regulatory Authority of India -the bill does not only leave the biotechnology industry free of liability, but it also has a clause which empowers the government to arrest and fine those of us who question the need and safety of GMOs. </p>
<p>From Bhopal to pesticides to GMOs to nuclear plants, there are two lessons we can draw. One is that corporations introd­u­ce hazardous technologies like pe­sticides and GMOs for profits, and profits alone. And second le­sson, related to trade, is that corporations are seeking to ex­p­a­nd markets and relocate haza­r­d­o­us and environmentally costly te­c­hnologies to countries like India. </p>
<p>Corporates seek to globalise production but they do not want to globalise justice and rights. The difference in the treatment of Union Carbide and Dow Chemical in the context of Bhopal, and of BP in the context of the oil spill in the Gulf of Mexico shows how an apartheid is being created. The devaluation of the life of people of the Third World and ecosystems is built into the project of globalisation. Globalisation is leading to the outsourcing of pollution &#8211; hazardous substances and technologies &#8211; to the Third World. This is at the heart of globalisation &#8211; the economies of genocide. </p>
<p>Lawrence Summers, who was the World Bank&#8217;s chief economist and is now chief economic adviser to the Obama government, in a memo dated December 12, 1991, to senior World Bank staff, wrote, &#8220;Just between you and me, shouldn&#8217;t the World Bank be encouraging more migration of the dirty industries to the less developed countries?&#8221; </p>
<p>Since wages are low in the Third World, economic costs of pollution arising from increased illness and death are least in the poorest countries. According to Mr Summers, the logic &#8220;of relocation of pollutants in the lowest wage country is impeccable and we should face up to that&#8221;. </p>
<p>All this and Bhopal must teach us to reclaim our universal and common humanity and build an Earth Democracy in which all are equal, and corporations are not allowed to get away with crimes against people and the planet. </p>
<p><strong>© 2010 Asian Age </p>
<p>Vandana Shiva is an Indian feminist and environmental activist.  She is the founder/director of Navdanya Research Foundation for Science, Technology, and Ecology.</strong></p>
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		<title>&gt;&gt;Cuanto cuesta al Estado argentino sostener a la Iglesia Católica, a su Jerarquía, por Rubén Dri</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Aug 2010 13:27:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ruben Dri</dc:creator>
				<category><![CDATA[LANCE DE DADOS]]></category>

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		<description><![CDATA[
Fuentes: Rebelión &#8211; Sociología del Cristianismo II
viernes 18 de junio de 2010
Negocios son negocios
EL TATA DIOS LOS CRÍA Y SUS SUEÑOS LOS AMONTONA &#8230; 
¿Cuánto le cuesta al estado argentino sostener el culto católico apostólico
romano? Imposible saberlo, es un secreto mejor guardado que el misterio de
la santísima trinidad. Pero hay indicios. En la neoliberal década [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://imediata.org/wp-content/imagens/logos/logolance.jpg" alt="null" /><br />
<strong>Fuentes: Rebelión &#8211; Sociología del Cristianismo II<br />
viernes 18 de junio de 2010</strong></p>
<p><strong>Negocios son negocios</p>
<p>EL TATA DIOS LOS CRÍA Y SUS SUEÑOS LOS AMONTONA &#8230; </strong></p>
<p>¿Cuánto le cuesta al estado argentino sostener el culto católico apostólico<br />
romano? Imposible saberlo, es un secreto mejor guardado que el misterio de<br />
la santísima trinidad. Pero hay indicios. En la neoliberal década de los<br />
noventa, mientras la desocupación y la pobreza crecían a un ritmo nunca<br />
antes conocido, los obispos se ocupaban de cuidar las almas al calor del<br />
dinero: recibieron alrededor 30 millones de pesos (en ese momento dólares),<br />
a través de Aportes del Tesoro Nacional (ATNs) de la mano del Ministro del<br />
Interior de entonces, Carlos Corach. La mitad fue repartida entre los amigos<br />
del poder. El obispo de Mercedes-Lujá n, Emilio Ogñenovich, conocido por<br />
haber hecho campaña a favor de Carlos Ruckauf, parece ser que fue el que<br />
mejor hizo los deberes, porque recibió $4.030.000. A eso hay que sumarle un<br />
millón más dado por Eduardo Duhalde y otros 4 millones del gobierno de la<br />
Provincia de Bs As para el Hogar Jesús de Nazaret, un verdadero &#8220;infierno&#8221;<br />
(según se pudo constatar, lxs chicos internadxs padecían condiciones<br />
inhumanas de vida: dormían en el piso, eran castigados con encierros y<br />
orinaban y defecaban en baldes colocados en sus habitaciones. El arzobispado<br />
cobraba 1.500 pesos por cada recién llegado y 1.200 después de dos meses de<br />
estadía).</p>
<p>El obispo de San Justo, Jorge Meinville, un frecuente visitante de la quinta<br />
de Olivos recibió $ 6.400.000. Italo Distefano de San Juan, $ 1.650.000. El<br />
retrogrado obispo de San Luis, Juan Laise, quien advertía que los contenidos<br />
básicos del sistema educativo eran &#8220;una jeringa con veneno que se intenta<br />
introducir en el ser argentino&#8221; por su no afirmación de la existencia de<br />
Dios, recibió solo $ 1.391.000.</p>
<p>El &#8220;yabranista&#8221; arzobispo de Córdoba, Raúl Primatesta, $ 1.219.000 y el de<br />
Avellaneda, Rubén Di Monte, amigo intimo de Suárez Mason y Cristino<br />
Nicolaides, quien afirmo que los homosexuales &#8220;son dignos de muerte&#8221;, $<br />
1.210.000. A esto habría que sumarle los miles de pesos que son<br />
administrados por Caritas Argentina con un certero objetivo: tapar los<br />
baches del sistema y desmovilizar las protestas sociales. Así lo hicieron<br />
con su participación en la mesa del Diálogo Argentino convocado por el ex<br />
presidente Eduardo Duhalde. Y hasta el &#8220;subsecretario&#8221; Basseoto, antes de<br />
irse de boca, cobraba un sueldo de $ 5000 del estado nacional.</p>
<p>A Dios rogando y del Estado recaudando</p>
<p>Pero los aportes del Estado a la Santa Madre Iglesia no se quedan ahí.<br />
Reciben grandes exenciones impositivas (las parroquias no pagan impuesto<br />
inmobiliario, ni tasas municipales, ni Aguas Argentinas, ni impuesto a las<br />
ganancias) y de acuerdo al artículo 2 de la Constitución Nacional reciben<br />
millones de pesos para el sostenimiento del culto y &#8220;como reparación a las<br />
expropiaciones realizadas en el siglo XIX&#8221;. La eterna deuda con la Iglesia.</p>
<p>Según la ley 21.950 los 66 obispos en actividad reciben el 80% del sueldo de<br />
un juez (un total anual de $3.390.000 aproximadamente) . Los 32 obispos<br />
eméritos (retirados) reciben el 70% del sueldo de un juez (unos $1.430.000<br />
al año). Por imperio de la ley 22.162 las parroquias ubicadas en zonas<br />
&#8220;desfavorables&#8221; reciben una asignación de $1.560.000 por año. Las Diócesis y<br />
seis Institutos de vida consagrada representan anualmente $ 5.110.000.</p>
<p>La ley 22.430 asigna jubilaciones sin aportes previos (no esta claro si los<br />
recientes aumentos alcanzaron también a estas jubilaciones) . Unos $ 55.800<br />
al año.</p>
<p>En el 2004 la Iglesia realizo el Xº Congreso Eucarístico Nacional por lo que<br />
recibió del Estado $1.110.000 extra. En total en el 2004, la Iglesia<br />
Católica recibió $12.656.000 de acuerdo a lo que &#8220;manda la ley&#8221;&#8230; Pero<br />
¿Cuánto más en ATNs? ¿cuánto más por medio de favores de sus funcionarios de<br />
turno en el gobierno? Está claro que el Estado no es capaz de asegurar la<br />
alimentación de miles de chicos, la educación de millones de menores, la<br />
salud de decenas de millones de habitantes, pero lo que sí puede hacer es<br />
utilizar millones de pesos en el pago a religiosos que defienden una<br />
ideología retrógrada y una moral que no sigue ni su propia feligresía; un<br />
sistema nefasto que hace que tod@s paguemos, en la mayoría de los casos sin<br />
saberlo, para que se expanda una ideología que somete a millones de<br />
personas, sobre todo a mujeres y homosexuales a quienes pretende<br />
culpabilizar por su elección.</p>
<p>Separación de la Iglesia y el Estado</p>
<p>¿De que hablamos cuando planteamos la total separación de la Iglesia del<br />
Estado? Justamente de todo esto. No sólo de no seguir solventando<br />
económicamente a la Iglesia y a sus instituciones, que en muchos casos<br />
promueven la intolerancia hacia quienes no pensamos igual. La no injerencia<br />
no debe ser sólo en las políticas estatales de salud reproductiva y<br />
despenalizació n del aborto, sino también en políticas educativas y<br />
sociales. ¿Hasta cuando tendremos que seguir soportando las presiones de la<br />
jerarquía católica para que las políticas del Estado estén de acuerdo con su<br />
doctrina? ¿Hasta cuándo querrán imponer su retrógrada argumentación sobre<br />
que sólo la fidelidad o la castidad son las unicas herramientas posibles<br />
para luchar contra el VIH-SIDA? ¿Hasta cuando vamos a tener que recibir<br />
dictados morales sobre sexualidad, de personas que en el mejor de los casos<br />
son castos y en el peor abusadores? ¿Hasta cuándo vamos a tener que soportar<br />
que miles de personas se contagien enfermedades de transmisión sexual por<br />
los mensajes falsos que transmite esa institución? ¿Hasta cuando miles de<br />
mujeres, adolescentes y aún niñas van a tener que afrontar embarazos no<br />
deseados por no haber recibido educación sexual, a causa de la presión de la<br />
Iglesia?</p>
<p>Recientemente el Secretariado Nacional para la Familia de la Conferencia<br />
Episcopal Argentina afirmó respecto al uso del preservativo que &#8220;fomenta las<br />
relaciones promiscuas bajo el argumento de la protección, y es al menos<br />
temerario, considerando que la falla de este sistema oscila (dependiendo de<br />
la enfermedad) de entre un 3 al 10%.&#8221;</p>
<p>La Organización Mundial de la Salud (OMS) ya les ha contestado en varias<br />
oportunidades que sus planteos son errados y no comprobables científicamente<br />
y los acusó lisa y llanamente de terrorismo informativo. Pero ellos siguen<br />
con su cruzada, aún acudiendo al miedo y al oscurantismo, como en la edad<br />
media, aunque hoy no tengan tanto poder como para imponernos sus tribunales<br />
de la Inquisición.</p>
<p>Alguien tendría que avisarles a estos monseñores de púrpura terciopelo<br />
encerrados en sus burbujas que los tiempos han cambiado, y que tenemos pleno<br />
derecho de ser quienes querramos ser y como queramos serlo sin pedirles<br />
permiso. Amén.</p>
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		<title>&gt;&gt;Linefeed e a necessidade do apoio tecnológico aos movimentos sociais</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Aug 2010 13:16:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator></dc:creator>
				<category><![CDATA[Apoio_tecnológico]]></category>

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		<description><![CDATA[Apoio_Tecnológico
Coletivo Linefeed.org e o apoio tecnológico para movimentos sociais:
Linefeed develops technological platforms for community networks engaged in 21st century socialist projects as well as field technology for volatile situations where the rules of society are rapidly being re-written. Linefeed is also focused on research in distributed network and media architectures, security and free software. Our [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://imediata.org/wp-content/imagens/logos/logolance.jpg" alt="null" />Apoio_Tecnológico</p>
<p>Coletivo <a href="http://linefeed.org">Linefeed.org</a> e o apoio tecnológico para movimentos sociais:</p>
<p>Linefeed develops technological platforms for community networks engaged in 21st century socialist projects as well as field technology for volatile situations where the rules of society are rapidly being re-written. Linefeed is also focused on research in distributed network and media architectures, security and free software. Our experience is based in on-the-ground work in places like the West Bank during the re-occupation of Bethlehem, Buenos Aires during the repeated collapse of the Argentine government, Caracas during the anti-Chavez coup and San Francisco during the six months of protest leading up to the Iraq War.</p>
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		<title>&gt;&gt;Empire – Superclass, programa da AlJazeera: A new breed has emerged; they set the global agenda, ride on Gulfstreams and manage the credit crunch in their spare time</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Jul 2010 13:01:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator></dc:creator>
				<category><![CDATA[Império_Poder_Globalização]]></category>
		<category><![CDATA[OVÍDEO]]></category>

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		<description><![CDATA[império, poder, globalização
Empire – Superclass
Published on Thursday, July 29, 2010 by Empire with Marwan Bishara on Al-Jazeera 


]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://imediata.org/wp-content/imagens/logos/logovideo.jpg" alt="null" />império, poder, globalização</p>
<p><strong>Empire – Superclass<br />
Published on Thursday, July 29, 2010 by Empire with Marwan Bishara on Al-Jazeera </strong></p>
<p><object width="640" height="385">
<param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/aZjr6e0J0Ls&amp;hl=en_US&amp;fs=1"></param>
<param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" </p>
<p>A new breed has emerged; they set the global agenda, ride on Gulfstreams and manage the credit crunch in their spare time. </p>
<p>They are anything but elected; they are entrepreneurs and  entertainers, media moguls and former politicians - the self-made super  rich who are using their money to lay down a new set of global rules. </p>
<p>They have more in common with each other than with their countrymen,  set apart by their ability to regularly influence the lives of millions  of people around the globe. </p>
<p>So where did this new global aristocracy come from and who is keeping them in check? </p>
<p>Why should Oprah Winfrey have the ear of President Obama, and who gave Shakira the right to dictate education policy? </p>
<p>But  then again, when you have as much money as Bill Gates and you are  prepared to give it over to a good cause who is going to stop you? </p>
<p>It is all well and good until the revolving door spins in the wrong direction. Empire talks to Christopher Hitchens about Henry Kissinger and his life beyond  elected power - it does not seem to have changed that much. </p>
<p>Is the world suffering from a global governance gap? Should we be  worried that the superclass seems to have an ever-expanding reach that  bypasses governments and remains unchecked?<br />
Empire finds out.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>&gt;&gt;Thank you Satan, Léo Ferré</title>
		<link>http://imediata.org/?p=335</link>
		<comments>http://imediata.org/?p=335#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 29 Jul 2010 21:35:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator></dc:creator>
				<category><![CDATA[AL-MANAKH]]></category>

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		<description><![CDATA[




Pour la flamme que tu allumes
Au creux d&#8217;un lit pauvre ou rupin
Pour le plaisir qui s&#8217;y consume
Dans la toile ou dans le satin
Pour les enfants que tu ranimes
Au fond des dortoirs chérubins
Pour leurs pétales anonymes
Comme la rose du matin 
Thank you Satan 
Pour le voleur que tu recouvres
De ton chandail tendre et rouquin
Pour les portes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://imediata.org/wp-content/imagens/logos/logoalma.jpg" alt="null" /></p>
<p><object width="480" height="385">
<param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/btRbFEz8x_k&amp;hl=en_US&amp;fs=1"></param>
<param name="allowFullScreen" value="true"></param>
<param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/btRbFEz8x_k&amp;hl=en_US&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"></embed></object></p>
<p>Pour la flamme que tu allumes<br />
Au creux d&#8217;un lit pauvre ou rupin<br />
Pour le plaisir qui s&#8217;y consume<br />
Dans la toile ou dans le satin<br />
Pour les enfants que tu ranimes<br />
Au fond des dortoirs chérubins<br />
Pour leurs pétales anonymes<br />
Comme la rose du matin </p>
<p><strong>Thank you Satan </strong></p>
<p>Pour le voleur que tu recouvres<br />
De ton chandail tendre et rouquin<br />
Pour les portes que tu lui ouvres<br />
Sur la tanière des rupins<br />
Pour le condamné que tu veilles<br />
A l&#8217;Abbaye du monte en l&#8217;air<br />
Pour le rhum que tu lui conseilles<br />
Et le mégot que tu lui sers </p>
<p><strong>Thank you Satan </strong></p>
<p>Pour les étoiles que tu sèmes<br />
Dans le remords des assassins<br />
Et pour ce cœur qui bat quand même<br />
Dans la poitrine des putains<br />
Pour les idées que tu maquilles<br />
Dans la tête des citoyens<br />
Pour la prise de la Bastille<br />
Même si ça ne sert à rien </p>
<p><strong>Thank you Satan </strong></p>
<p>Pour le prêtre qui s&#8217;exaspère<br />
A retrouver le doux agneau<br />
Pour le pinard élémentaire<br />
Qu&#8217;il prend pour du Château Margaux<br />
Pour l&#8217;anarchiste à qui tu donnes<br />
Les deux couleurs de ton pays<br />
Le rouge pour naître à Barcelone<br />
Le noir pour mourir à Paris </p>
<p><strong>Thank you Satan </strong></p>
<p>Pour la sépulture anonyme<br />
Que tu fis à Monsieur Mozart<br />
Sans croix ni rien sauf pour la frime<br />
Un chien, croque-mort du hasard<br />
Pour les poètes que tu glisses<br />
Au chevet des adolescents<br />
Quand poussent dans l&#8217;ombre complice<br />
Des fleurs du mal de dix-sept ans </p>
<p><strong>Thank you Satan </strong></p>
<p>Pour le péché que tu fais naître<br />
Au sein des plus raides vertus<br />
Et pour l&#8217;ennui qui va paraître<br />
Au coin des lits où tu n&#8217;es plus<br />
Pour les ballots que tu fais paître<br />
Dans le pré comme des moutons<br />
Pour ton honneur à ne paraître<br />
Jamais à la télévision </p>
<p><strong>Thank you Satan </strong></p>
<p>Pour tout cela et plus encor<br />
Pour la solitude des rois<br />
Le rire des têtes de morts<br />
Le moyen de tourner la loi<br />
Et qu&#8217;on ne me fasse point taire<br />
Et que je chante pour ton bien<br />
Dans ce monde où les muselières<br />
Ne sont plus faites pour les chiens&#8230; </p>
<p><strong>Thank you Satan ! </strong><br />
Lyrics: Thank you Satan ,Léo Ferré [end]</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>&gt;&gt;Toxins in air from evaporating oil may pose greater threat than oily water</title>
		<link>http://imediata.org/?p=332</link>
		<comments>http://imediata.org/?p=332#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 29 Jul 2010 21:17:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator></dc:creator>
				<category><![CDATA[BIODIVERSIDADE IMEDIATA]]></category>

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		<description><![CDATA[
VIDEO: Toxins in air from evaporating oil may pose greater threat than oily water
Tuesday, June 15, 2010 at 2:58 PM by GottaLaff View Comments 





I just got this e-mail alert: 
NEW ORLEANS (AP) Scientists  now say oil spill is leaking between 1.47 million and 2.52 million  gallons a day 
One of the “remedies” [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://imediata.org/wp-content/imagens/logos/logobiodiv.jpg" alt="null" /></p>
<p><strong>VIDEO: Toxins in air from evaporating oil may pose greater threat than oily water<br />
Tuesday, June 15, 2010 at 2:58 PM by GottaLaff View Comments </strong></p>
<p><object height="288" width="470">
<param name="movie" type="application/x-shockwave-flash" value="http://www.wwltv.com/v/?i=94202149" />
<param name="allowScriptAccess" value="always" />
<param name="wmode" value="transparent" />
<param name="AllowFullScreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.wwltv.com/v/?i=94202149" AllowFullScreen="true" allowScriptAccess="always" height="288" wmode="transparent" width="470"></embed></object></p>
<p>I just got this e-mail alert: </p>
<p>NEW ORLEANS (AP) Scientists  now say oil spill is leaking between 1.47 million and 2.52 million  gallons a day </p>
<p>One of the “remedies” for this horrendous disaster is to use chemical dispersants to break up (read: Hide from plain view) the oil into tiny fragments that can be much more readily absorbed. It only follows that airborne fumes would be on the A-List of health concerns. </p>
<p>Gee, ya think? </p>
<p>Toxins that are released into the air from evaporating oil and  dispersants may pose a greater health risk to clean-up workers and Gulf  residents than oily water when the thickest parts of the oil slick wash  ashore . [...] </p>
<p>The  Institute for Southern Studies (ISS) reported as early as May 10  that, “the latest evaluation of air monitoring data shows a serious  threat to human health from airborne chemicals emitted by the ongoing  deep water gusher.” </p>
<p>On May 14, WWLTV in New Orleans also ran a report warning of the danger of airborne  toxins: </p>
<p>I’ve hesitated to post about this until I had more information. My pal AltaKocker, who linked me the article , has been talking to me about it for weeks now. Finally, we have more than just speculation. </p>
<p>The chemicals released into the air by evaporating oil and/or  dispersants include Hydrogen Sulfide, Benzene, Methylene Chloride,  2-Butoxyethanol and other toxic gases known as Volatile Organic  Compounds (VOCs). All are highly toxic to humans and physical  reactions from exposure to these gases may include:<br />
Drowsiness<br />
Irritation  of eyes, nose or throat<br />
Coughing or difficulty breathing<br />
Dizziness<br />
Nausea  or vomiting<br />
Rapid or irregular heartbeat<br />
Headaches<br />
Tremors<br />
Confusion<br />
Convulsions<br />
Unconsciousness<br />
Death  (at very high levels) </p>
<p>Clean-up workers offshore and  residents on the Gulf coast have already reported many of these  symptoms. </p>
<p>All previous posts on dispersants and their deadly effects here .<br />
Videos:</p>
<p><a href="http://www.thepoliticalcarnival.net/2010/06/video-toxins-in-air-from-evaporating-oil-may-pose-greater-threat-than-oily-water/">http://www.thepoliticalcarnival.net/2010/06/video-toxins-in-air-from-evaporating-oil-may-pose-greater-threat-than-oily-water/</a></p>
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		<title>&gt;&gt;Cidades e Soluções &#8211; ESPECIAL TRANSGÊNICOS (PARTES 1 e 2)</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Jul 2010 21:12:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator></dc:creator>
				<category><![CDATA[BIODIVERSIDADE IMEDIATA]]></category>

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Cidades e Soluções &#8211; ESPECIAL TRANSGÊNICOS (PARTE 2)
Neste segundo programa você saberá mais sobre os bastidores da CTNBio (Comissão Técnica Nacional de Biossegurança), a quem cabe o licenciamento de organismos geneticamente modificados no Brasil.
Serão exibidas entrevistas exclusivas com o atual presidente da Comissão e também com uma pesquisadora que pediu demissão da CTNBio em carta [...]]]></description>
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<p><strong>Cidades e Soluções &#8211; ESPECIAL TRANSGÊNICOS (PARTE 2)</strong></p>
<p>Neste segundo programa você saberá mais sobre os bastidores da CTNBio (Comissão Técnica Nacional de Biossegurança), a quem cabe o licenciamento de organismos geneticamente modificados no Brasil.</p>
<p>Serão exibidas entrevistas exclusivas com o atual presidente da Comissão e também com uma pesquisadora que pediu demissão da CTNBio em carta aberta, na qual denuncia a ausência de pesquisas científicas sérias que pudessem eliminar eventuais riscos causados pelos transgênicos à saúde e ao meio ambiente.</p>
<p>São particularmente marcantes os depoimentos dos representantes dos Ministérios da Saúde e do Meio Ambiente confirmando a ausência de pesquisas que pudessem embasar os pedidos de licenciamento já feitos e aprovados.</p>
<p>Por fim, será mostrado o descumprimento do decreto que exige a rotulagem de produtos transgênicos (que contenham mais de 1% de organismos geneticamente modificados em suas composições). Não há interesse político em fiscalizar o cumprimento do decreto e os consumidores são desrespeitados no direito de saber exatamente o que estão ingerindo.</p>
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<p>Confira a primeira parte da reportagem:</p>
<p><object width="480" height="392">
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<p><strong>Participe do debate no blog do Cidades e Soluções:</strong><br />
<a href="http://especiais.globonews.globo.com/cidadesesolucoes">http://especiais.globonews.globo.com/cidadesesolucoes</a></p>
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		<title>&gt;&gt;Santo Antônio sobre usurários</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Jul 2010 20:46:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator></dc:creator>
				<category><![CDATA[AL-MANAKH]]></category>

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Se não tivesse feito mais nada, além de escrever esta frase, já teria justificado santamente sua existência:
&#8220;Um povo maldito de usurários, forte e  inumerável, cresceu sobre a terra. Os seus dentes são como os dentes de leão&#8230;  seus dentes cheiram mal, por motivo de existir sempre na sua boca o estrume da  [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://imediata.org/wp-content/imagens/logos/logoalma.jpg" alt="null" /></p>
<p><strong>Se não tivesse feito mais nada, além de escrever esta frase, já teria justificado santamente sua existência:</strong></p>
<p><em><strong>&#8220;Um povo maldito de usurários, forte e  inumerável, cresceu sobre a terra. Os seus dentes são como os dentes de leão&#8230;  seus dentes cheiram mal, por motivo de existir sempre na sua boca o estrume da  pecúnia e o esterco da usura. Os seus queixais são como leõezinhos, porque  arrebatam, mastigam e devoram os bens dos pobres, dos órfãos e das viúvas.&#8221;</strong></em></p>
<p><strong> Santo Antônio</strong></p>
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