>> iMundo 19: “Extermínio secreto” – vídeo-entrevista de Monia Benini

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“Extermínio secreto” – vídeo-entrevista de Monia Benini

Transcrição traduzida: Mario S. Mieli

Quis traçar, do ponto de vista rigorosamente documental, portanto, com documentos originais, materiais que foram desclassificados, o que foi, literalmente, um planejamento, e repito, iniciada várias décadas atrás, para se chegar à redução da população mundial, segundo seus realizadores, para se chegar a uma população mundial 2/3 ou ¾ inferior à de hoje.

Há casos extremos, onde encontramos grupos de “anônimos” benfeitores que no estado da Geórgia, nos EUA, construíram um verdadeiro monumento de granito com inscrições em vários idiomas, seja contemporâneos que antigos, a necessidade de reduzir a população mundial a 500 milhões de pessoas, pois seria o único modo de viver em equilíbrio com o planeta.

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Esse extermínio é conduzido através de vários instrumentos, a partir das esterilizações forçadas, à inserção – graças também às operações de uma série de fundações – novamente: Rockefeller, Bill Gates, Aga Khan, e basta pensar nas ações do magnata das finanças George Soros, ativo também nesse setor. Bem, há uma série de fundações que agem à medida que existam esterilizações forçadas, inoculações de substâncias que induzam à infertilidade, seja masculina que feminina, através de vacinas, fármacos, terapias, implementações – e eram assim definidas já no memorando número 200 escrito por Henry Kissinger em 1974 – Implementação de Sementes – que hoje chamamos de OGMs, organismos geneticamente modificados, mas fomos bem além, com esse desafio humano no confronto da natureza, essa sensação do homem que tem o poder de sentir-se Deus. Chegamos até a falar de nano materiais no âmbito dos alimentos, comendo, assim, “corn flakes” ao invés de amendoins recobertos por um extrato de vidro… óxido de silício… fomos muito além… conduzindo guerras bacteriológicas silenciosas secretas, verdadeiros experimentos legitimados pelo poder.

No que diz respeito às vacinas, reportei vários casos, a partir da documentação oficial da Rockefeller Foundation, já em 1968, para o estudo de vacinas a serem ministradas à população feminina, para que o óvulo fecundado não pudesse se implantar no útero. Documentei também o que ocorreu em vários países do mundo, o que era chamado de plano de vacinação antitetânica, contra o tétano. A coisa absurda é que esse plano de vacinação ocorria e destinava a uma população exclusivamente feminina, na faixa etária entre os 15 e os 45 anos. Uma comissão católica no México teve algumas suspeitas: por que o tétano poderia atingir só aquela específica faixa da população? E quanto aos homens? Eles não poderiam ser vítimas do tétano? E a comissão decidiu mandar analisar as vacinas que estavam sendo ministradas em vários países, entre os quais o México. Bem, descobriu-se que na vacina tinham sido inseridas, em grandes quantidades, hormônios que tornavam praticamente estéril a população feminina.

A propósito de vacinas, posso dar o exemplo da vacina contra a HPV (N. do T.: vírus do papiloma humano). Na Itália também houve uma campanha exagerada: é preciso vacinar todas as garotas pois é o único modo de se evitar o tumor no útero. Mas há uma grande dificuldade de correlação direta entre os diversos tipos de patologias de tumores no útero que existem e aquelas específicas, provocadas por aquele tipo de vírus em particular, é preciso também ter em mente que a experimentação de uma vacina leva, geralmente, uma década, para que se possa avaliar sua emissão no mercado. E nos EUA, o processo de experimentação foi de pouquíssimos meses. Depois de que, foi concedida a autorização. A Merck, por exemplo, que distribui o Gardasil, uma das vacinas contra a HPV mais frequente e difundida, chegou ao ponto, em algumas de suas declarações, a afirmar a necessidade de se vacinar também a população masculina. Que, pela lógica, tem uma “enorme probabilidade de contrair um tumor no útero”…

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Agora os pediatras são pagos para que o número de vacinações aumente e cresça. Em alguns casos são vacinas não obrigatórias, ou superficiais, em outros casos, e recentemente vi a FEDERANZIANI (N do T.: fundação italiana dirigida aos idosos) promovendo campanha para a vacinação de toda a população idosa, além dos 65 anos, contra o pneumococo. Fazendo uma breve pesquisa sobre quem financia a FEDERANZIANI, vemos que ela é financiada pelas mesmas indústrias farmacêuticas que obtém lucros com a venda dessas vacinas. Assim, além do controle da população, também em termos de redução dessa população, há uma constante delação do ponto de vista farmacêutico, do ponto de vista do “chamado” setor da Saúde, e também do ponto de vista da filantropia – as vacinações sendo feitas em países onde há crianças que morrem de fome. Ou na própria Grécia, onde os Medecins Sans Frontières, como outras organizações internacionais, agem vacinando obrigatoriamente todas as crianças que, coitadas não têm com o que matar a fome por causa da crise.

Percebemos como tudo ocorre por meio de instrumentalização e sem que nós fiquemos sabendo. Mas daí intervém a mídia, dizendo que há uma pandemia suína e que, portanto, precisamos nos defender. E assim nos tornamos instrumentos e vítimas de uma verdadeira guerra conduzida pela elite global contra a humanidade.

As cifras falam claro. A China tem a população numericamente mais elevada e se, portanto além de um bilhão, um bilhão e meio, um bilhão e setecentos milhões de pessoas têm filhos, é evidente que para cada casal, mesmo com apenas um filho, haverá um constante aumento da população. É verdade também que na China, assim como em outros países: Ucrânia, Peru, foram colocados em prática verdadeiros planos de redução da população. Em primeiro lugar, no que diz respeito às crianças de sexo feminino, e depois, numericamente, com a política de no máximo um filho por casal. O problema da política do número de filhos numa população já muito abundante também remete à ótica dos planos de controle da população mundial.

Querem justamente uma redução, um corte, um controle drástico – e aqui, volto ao Memorando nº 200 do Kissinger de 1974 – para satisfazer, literalmente, a necessidade por parte dos EUA, de intervir em todos os países onde aquelas que eram definidas “bombas demográficas” pudessem colocar em risco os interesses econômicos dos EUA.

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Assim, não falamos mais de como equilibrar nossos consumos. E é disso que deveríamos estar falando. Como equilibrar nossas vidas, nossas necessidades afetivas, nossas necessidades reais com aquilo que este planeta pode nos dar, nas diversas áreas, nas diversas zonas. Precisaríamos trabalhar no sentido de um equilíbrio dos recursos que existem e não em como tornar aqueles países, todos os países, devoradores de energia, de recursos, de matérias-primas, consumidores – como querem os EUA.

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Há um paradoxo estadunidense, que é o paradigma do consumo. Nós não valemos mais porque somos pessoas, indivíduos, pelas nossas potencialidades, por aquilo que sabemos fazer, pelas coisas que nos apaixonam. Não. Valemos porque consumimos e devemos consumir cada vez mais. Daí o paradoxo do PIB, do Produto Interno Bruto, que precisa ser aumentado a todo custo. E no fim, encontramos o herói do PIB, que poderia ser descrito como um doente terminal com tumor, enfrentando um processo de divórcio e que bate seu carro enquanto vai ao trabalho. Esse indivíduo é um herói do PIB porque faz girar a economia. Quem mais que ele precisa de advogados, funileiro, médicos, fármacos… esse é um que faz girar a economia… Já o bandido da economia é aquele que talvez é voluntário, se relaciona com os outros, cultiva em seu horto as verduras de que necessita, vai trabalhar de bicicleta ou com os meios de transporte públicos, instala dispositivos de economia energética na própria casa… esse é um bandido.

É esse o condicionamento que nos inculcaram. Aqui e em todas as partes, também nos países chamados em vias de desenvolvimento. É preciso consumir, consumir cada vez mais, sem se pensar nas consequências. Esse consumo levado ao extremo e baseado nas necessidades irreais, que são artificialmente criadas, é que somos levados a favorecer. Seguindo um mecanismo psicológico do qual nos mantêm escravos, acabamos alimentando seu circuito perverso, doentio e assassino segundo o qual é preciso exterminar a população mundial.

Pensando na Itália, se a população italiana, ao invés de amaldiçoar cada vez que precisa fazer as contas com bombas d’água, fenômenos meteorológicos sempre mais frequentes e, portanto, com desmoronamentos, alagamentos, períodos de seca que devastam as colheitas…. perguntassem o que ocorre acima de suas cabeças…. e, novamente, há uma série de pessoas que pertencem sempre à mesma elite ou que colaboram com essa elite feita de multinacionais e de estreitas relações com os governos… se ela soubesse que está ocorrendo uma verdadeira “experimentação de modificação climática” (conforme eles a definem) autorizada, financiada e, em alguns casos, até paga com o nosso dinheiro, apesar da crise, justamente para tentar mudar o clima, E, como explicam os “especialistas” em modificação meteorológica, que fazem parte, por exemplo, da Organização Mundial de Meteorologia, uma agência da ONU… procura-se intervir de algum modo, lançando metais pesados através da chamada “inseminação da nuvens”, com aerossóis lançados na atmosfera para a criação ou a absorção das nuvens, para que chova mais ou não chova.

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Brincar de Deus mudando o clima tem consequências pesadíssimas. E podemos constatar isso, do ponto de vista climático, assim como da produção agrícola, daquilo que bebemos e daquilo que comemos. E do acúmulo, em nosso organismo, de substâncias tóxicas como o acúmulo de metais pesados.

As indicações que nos chegam a respeito do término e da distorção de hábitos alimentares, hábitos de vida, de costume e de tradição estão conformes à ótica desse planejamento para várias décadas no sentido de reduzir a população mundial. Lembro, por exemplo, no último verão, um programa de tevê assustador afirmando que somos em número demasiado e que, portanto, a população mundial precisa ser reduzida. Isso num programa leve, de “variedades”, onde se afirmava que esse fato precisa ser aceito por toda a opinião pública: a morte de uma parte da população. “Mors tua. Vita mea.” Um dos exemplos que posso dar é o do Atlas da escola primária que todos tínhamos e que no fim indicava o crescimento exponencial da população mundial. Segundo aquele Atlas, hoje deveríamos ser 12 bilhões de pessoas, e em poucos anos teríamos chegado a 20 bilhões.

O incremento previsto não ocorreu. Mas mesmo pensando com o cinismo deles, ou seja, um cálculo meramente matemático: a população é muito numerosa e, portanto, uma parte dela deve morrer, na realidade é fácil destruir essa construção artificial. Pois não é que somos em demasia relativamente a este planeta. É o tipo de consumo que eles querem, a nossa escravidão como consumidores que nos constringe a entrar na ótica perversa do “precisamos exterminar a população mundial, abatê-la, reduzi-la drasticamente”.

O site da analista, ativista, tradutora e escritora Monia Benini é: http://testelibere.it/

 

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