>> Maquiavelagens 28 – Constatações pleonastikás: do mercado adulterado ao dejeto imp(rop)ério – Artur d’Amaru

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Constatações pleonastikás: do mercado adulterado ao dejeto imp(rop)ério
por Artur d’Amaru

Não há mercados. Só calculadas fraudes e manipulações.

Não há globalização. Só tirânica transatanacionalização.

Não há emolumentos, tributos ou impostos. Só imposição de mãos nos bolsos e contas da cidadania.

Não há contribuintes. Só lesados compulsórios.

Não há celebridades. Só famélicas aberrações para desfocar e vampirizar a atenção.

Não há notícias. Só lavagens, rinsagens e inculcações cerebrais.

Não há entretenimento. Só manifestos ou subliminares condicionamentos.

Não há educação. Só abjeta doutrinação.

Não há cultura. Só enfeitarias do poder ou esforços para destroçar o que poderia gerá-la.

Não há pobreza. Só gente despudoradamente roubada e arrombada.

Não há saltos na pirâmide social. Só insaciáveis assaltos aos degraus mais abaixo.

Não há sistema de saúde. Só semeadura, cultivo e perene capitalização da doença.

Não há partidos. Só lacaias ilusões do mesmo leque homogêneo.

Não há livre-arbítrio. Só opções de compulsória dependência predeterminada.

Não há história. Só amasso de pútridas mentiras falaciosas.

Não há desvendadores. Só dedo-duros oportunistas.

Não há ação concreta. Só banalidades e papo furado.

Não há transhumanismo ou singularidade. Só supressão da alma por utópica robotização parasítica.

Não há tecnologia. Só projeções de poderosas engenhocas escravizantes.

Não há elite. Só classe predatória sanguinária abutrizada e abutrizante.

Não há sistema bancário. Só fraude banca(rcer)ária.

Não há império. Só dejeto imp(rop)ério.

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