>> Maquiavelagens 17 – DESEN KARNA VALESCA DA MENTE – artur d’amaru



Maquiavelagens 17 – DESEN KARNA VALESCA DA MENTE – artur d’amaru


vai ser paz-sista ou o quê?







BACO BACO DO BA(LACO)BACO CADÊ VOCÊ????

KUAT SKOL(A) DE ZOMBIES VAI SE AUTO REPRESENTAR NO ESKIFE DO CARNE-VALE?

LIVRAI-ME BACO
DESENTOPE OS TORPES RALOS
DESSE ESCÁRNIO DE ESCARNIFICAÇÃO CORPORATIVA
QUE FEZ TUDO VIRAR FEZES DESADUBADORAS
E
EM ATO DE LESA-MAJESTADE
CONTRA A ALEGRIA, A FOLIA E O DEBOCHE DA NAÇÃO
FAZ BRINCAR COM A-GENTES PUB-ILICIT(ÁRI)OS
E AS BANDAS DE FUNDÕES E BUNDÕES SEMPRESARIAIS
AUTONOMEADAS PARA A GEST(AÇ)ÃO DA GANDAIA
DA BUFUNFA SERPENTINÍDEA E PAETÊ…TITICA…LÍPTICA

E o povo grita Tim
E as massas gritam Tam
E a galera urra Oi oi oi oi
É
Claro claro claro
Vivo ou morto morto

Onde Pan virou pantene
Tão virou Tam
e Eros agora é erros

Muita animação, minha gente!!!

bundas silly-c(l)onadas
onde a carne não mais se apraz
por causa do botox, do clorox, do silicox, do merdox
tetas giga-(da[n])tescas ex-fuzi(l)antes ap(r)ontadas como míss-6
tentando, esquecidas, um esplendor desaquecido opaco apagado
e mimicar o que eram outrora sei(o)s
agora desenlactificados, far-oil(s) de apelo de um mu(n)do desen graça do
garrotes em vez de ar-rotos
nos camarotes ex-clusivos para grandes bundões super executivos desbagaçados
que Acre-Ditam e jururu juram estar por cima da
far-o-fa
e onde bab’ác(aros)as artistas, vips, sell-ebri(e)dades Plim Plim
se compr(am)azem e liquefazem na d’es(en)tupidez corporativa




telões telões telões para que as massas se sintam pikititinhas
mas vorazes
vendo tudo tão Tam montado, viabilizado, oco-cô
massas tristes de egos esbugalhados em que eros não baixa nem levanta mais
sonorizações ensurdecedoras malfadadas alugadas às pressas para a
anima-ação desa(l)mada, ser-pent(elh)in(h)as de seres-pecúnia-putinhas cascalhando nos
raios laser de lazer pré-fabrica(ga)do

as bak’antes de antes não se many-festam mais
eva-poraram eva-cu-aram
só vale o maquinado por tostão
desde que folião alienado virou big business

Patroci(deto)nadores de sambas des-enred(ad)os
com-postos como
jingles de pró-pagando tudo deve dar trocado
Cascatas de bra-des-culinizacões piscantes
Junto com aquela giz-(n)ela bun(destag)
Esvoa-assando pante(o)nes de porta-bundeira do com-sumo acionário

Evento de vento
Marketeirada de algemências pub-ilícit-árias
Que coagularam a brin-cacá-Deira

Invistam na escola da Skolarização UR-in-aria IN-tensiva
E nos blocos com-tam-minados sem dança nem foliança
Mas cheios de brumas e brahmas em painéis de led e ancas.

Aba-famento. Fã-minto d’alma. De jogozo.

Alguém bancou a festa
e
pagou pelo direito de torná-la fun-esta
campanha de em-preendimentos e participações

Eu só quero me diverter
Eu só quero me divertir.

E o povo grita Tim
E as massas gritam Tam
E a galera urra Oi oi oi oi




Bradesculpandeiros mil, batItaúcadas dois mil
Mac1badas Pan-tene Pan-tene
Oh meu Brasil oh meu Brasil
Final-mente
Terminal-mente
No MerCado
Descar(naval)ado


 

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