{"id":4976,"date":"2014-02-11T23:13:13","date_gmt":"2014-02-11T23:13:13","guid":{"rendered":"http:\/\/imediata.org\/?p=4976"},"modified":"2014-02-12T16:51:51","modified_gmt":"2014-02-12T16:51:51","slug":"essa-maldita-energia-por-gianni-tirelli","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/imediata.org\/?p=4976","title":{"rendered":">> Essa maldita energia, por Gianni Tirelli"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"http:\/\/imediata.org\/wp-content\/uploads\/2014\/02\/2DFD3C.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/imediata.org\/wp-content\/uploads\/2014\/02\/2DFD3C.jpg\" alt=\"2DFD3C\" width=\"640\" height=\"426\" class=\"aligncenter size-full wp-image-4978\" srcset=\"https:\/\/imediata.org\/wp-content\/uploads\/2014\/02\/2DFD3C.jpg 640w, https:\/\/imediata.org\/wp-content\/uploads\/2014\/02\/2DFD3C-300x199.jpg 300w, https:\/\/imediata.org\/wp-content\/uploads\/2014\/02\/2DFD3C-82x55.jpg 82w\" sizes=\"auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px\" \/><\/a><\/p>\n<p><strong>Essa maldita energia<br \/>\nPor: Gianni Tirelli<br \/>\nFonte: <a href=\"http:\/\/www.stampalibera.com\/?p=71036#more-71036\">stampalibera, 8\/2\/2014<\/a><br \/>\nTradu\u00e7\u00e3o: Mario S. Mieli<\/strong><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/imediata.org\/wp-content\/uploads\/2014\/02\/mi_2772600756664466.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/imediata.org\/wp-content\/uploads\/2014\/02\/mi_2772600756664466.jpg\" alt=\"mi_2772600756664466\" width=\"483\" height=\"303\" class=\"aligncenter size-full wp-image-4979\" srcset=\"https:\/\/imediata.org\/wp-content\/uploads\/2014\/02\/mi_2772600756664466.jpg 483w, https:\/\/imediata.org\/wp-content\/uploads\/2014\/02\/mi_2772600756664466-300x188.jpg 300w, https:\/\/imediata.org\/wp-content\/uploads\/2014\/02\/mi_2772600756664466-87x55.jpg 87w\" sizes=\"auto, (max-width: 483px) 100vw, 483px\" \/><\/a><\/p>\n<p><strong>Petr\u00f3leo, g\u00e1s, carv\u00e3o e minerais\/ materiais radioativos os quais, como que tomados por um calor escaldante neur\u00f3tico, subtra\u00edmos sem tr\u00e9gua do subsolo terrestre, s\u00e3o a representa\u00e7\u00e3o iconogr\u00e1fica do \u201cesterco do Diabo\u201d, em troca do qual escambamos a nossa alma e o futuro das novas gera\u00e7\u00f5es. <\/strong><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/imediata.org\/wp-content\/uploads\/2014\/02\/Revolu\u00e7\u00e3o-Induistriual.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/imediata.org\/wp-content\/uploads\/2014\/02\/Revolu\u00e7\u00e3o-Induistriual.jpg\" alt=\"Revolu\u00e7\u00e3o-Induistriual\" width=\"448\" height=\"300\" class=\"aligncenter size-full wp-image-4980\" srcset=\"https:\/\/imediata.org\/wp-content\/uploads\/2014\/02\/Revolu\u00e7\u00e3o-Induistriual.jpg 448w, https:\/\/imediata.org\/wp-content\/uploads\/2014\/02\/Revolu\u00e7\u00e3o-Induistriual-300x200.jpg 300w, https:\/\/imediata.org\/wp-content\/uploads\/2014\/02\/Revolu\u00e7\u00e3o-Induistriual-82x55.jpg 82w\" sizes=\"auto, (max-width: 448px) 100vw, 448px\" \/><\/a><\/p>\n<p><strong>Destampamos a \u201ccaixa de Pandora\u201d e liberamos aquela maldita energia, que a Vontade criadora tinha, desde sempre, enterrado e mantida presa sob nossos p\u00e9s. Assim, todas as coisas foram contaminadas e violadas; todas as \u00e1guas, todas as terras e todo ar. O cora\u00e7\u00e3o do homem se incinerou sob a luz abrasadora da modernidade e as paix\u00f5es, os sonhos, os sentimentos, atmosferas e emo\u00e7\u00f5es se dissolveram como fuma\u00e7a no vento. Dev\u00edamos ter dirigido o nosso olhar ao c\u00e9u, conforme o exemplo das grandes e iluminadas civiliza\u00e7\u00f5es do passado, e ter seguido o seu caminho, com a necess\u00e1ria humildade, defer\u00eancia e o devido temor.  A Revolu\u00e7\u00e3o Industrial logo se transformou em uma t\u00f3rrida forja, onde Sat\u00e3 em pessoa forjou, em sua imagem e semelhan\u00e7a, a origin\u00e1ria natureza humana, despotencializando-a de todo impulso criativo e passional.  Essa \u201cmaldita energia\u201d que tanto exaltamos, e que contra toda l\u00f3gica e raz\u00e3o gostar\u00edamos de emprisionar, arrear, para satisfazer fraquezas, pervers\u00f5es e depend\u00eancias, \u00e9 o paradigma do fim da humanidade desnaturada, esvaziada de sua origin\u00e1ria ess\u00eancia de Deus. <\/p>\n<p>A \u00fanica energia de que necessitamos deve ser procurada em nossa vontade, na for\u00e7a dos nossos bra\u00e7os, no esp\u00edrito de solidariedade e no comum bom senso. Estamos isentos daquela paix\u00e3o que desde sempre motivou e distinguiu cada a\u00e7\u00e3o humana; a \u00fanica capaz de nos liberar do medo, para nos reconciliar com o mist\u00e9rio da vida. O futuro dos nossos filhos n\u00e3o se encontra nos \u00ednferos do subsolo terrestre, mas est\u00e1 ali, sobre as nossas cabe\u00e7as, no alto dos c\u00e9us, no vento que acaricia as folhas das \u00e1rvores e na surpreendente luz do sol que esquenta nossos cora\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Portanto, afirmar que o homem deste s\u00e9culo seja um ser evolu\u00eddo, progredido e civilizado \u00e9 a mais colossal impostura desde o nascer dos tempos. Uma confus\u00e3o arquitetada com maestria pela Besta Sistema Sat\u00e3 que, depois do fracasso do projeto nazista, no qual tinha investido uma grande parte de seu potencial destrutivo, hoje, com o Liberalismo Relativista, implementa o seu mais estrat\u00e9gico e silencioso projeto de escraviza\u00e7\u00e3o de massas, para desfechar o ataque final ao planeta Terra. Banqueiros e bancos, Nova Ordem Mundial, pol\u00edtica,  finan\u00e7as, ind\u00fastria, lobbies, m\u00eddia e afins n\u00e3o devem ser vistos como os sujeitos relativos a uma degenera\u00e7\u00e3o da consci\u00eancia humana, mas s\u00e3o a representa\u00e7\u00e3o mais eloquente daquele desenho perverso atrav\u00e9s do qual o MALIGNO atua a sua vingan\u00e7a contra o Grande Sonhador Celeste. A nossa luta virtual de internautas no ciberespa\u00e7o, em virtude da qual imaginamos contrastar e combater as monstruosidades dessa sociedade, \u00e9 uma batalha perdida desde o in\u00edcio! Tempo improdutivo que, de modo diferente, dever\u00edamos empregar para nos libertarmos de tudo aquilo que, de alguma forma, tenha qualquer correla\u00e7\u00e3o, intera\u00e7\u00e3o e depend\u00eancia com rela\u00e7\u00e3o ao Sistema Besta. \u00c9 justamente em virtude da manuten\u00e7\u00e3o do impacto \u00e9tico que as iluminadas civiliza\u00e7\u00f5es do passado conservaram sua grandeza e evitaram que o MALIGNO se insinuasse residindo no cora\u00e7\u00e3o dos seres humanos, de onde ditaria suas condi\u00e7\u00f5es. Aqueles princ\u00edpios e valores fundamentais, inatos e arraigados, que monitoravam e harmonizavam os comportamentos humanos, preservando-os de toda degenera\u00e7\u00e3o, fascina\u00e7\u00e3o e depend\u00eancia. <\/p>\n<p>Todas as descobertas de que a ci\u00eancia moderna se vangloria hoje, e que exibe como conquistas de progresso e civiliza\u00e7\u00e3o, n\u00e3o teriam nunca visto a luz do dia em um mundo do passado, onde a espiritualidade, a transcend\u00eancia, o rito m\u00e1gico, o valor, a coragem, a honra, a dignidade e a aceita\u00e7\u00e3o da morte como ato supremo de justi\u00e7a e porta de tr\u00e2nsito para a felicidade eterna, eram todas condi\u00e7\u00f5es fundamentais e inopin\u00e1veis nas quais se baseavam as raz\u00f5es imperec\u00edveis de toda a humanidade. Nossas sociedades, pelo contr\u00e1rio, cancelaram qualquer vest\u00edgio do senso humano  e assim, liberaram o MALIGNO de suas cadeias, que desde tempo imemorial o emprisionavam nos confins do universo antimat\u00e9rico. <\/p>\n<p>N\u00e3o h\u00e1 nada, portanto, de que se ter orgulho \u2013 absolutamente nada em que creditar os hipot\u00e9ticos benef\u00edcios dessa \u00e9poca insana. N\u00e3o h\u00e1 palavras para nos desculparmos, nem atenuantes para todos os horrendos crimes consumados neste s\u00e9culo bastardo,  onde o mal, antigamente reconhec\u00edvel e imput\u00e1vel, assumiu os tra\u00e7os da normalidade, expropriando o esp\u00edrito do homem, privando-o, assim da consci\u00eancia, do discernimento e do impulso pessoal.<\/strong> <\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/imediata.org\/wp-content\/uploads\/2014\/02\/bikemask.jpeg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/imediata.org\/wp-content\/uploads\/2014\/02\/bikemask.jpeg\" alt=\"bikemask\" width=\"259\" height=\"194\" class=\"aligncenter size-full wp-image-4981\" srcset=\"https:\/\/imediata.org\/wp-content\/uploads\/2014\/02\/bikemask.jpeg 259w, https:\/\/imediata.org\/wp-content\/uploads\/2014\/02\/bikemask-73x55.jpeg 73w, https:\/\/imediata.org\/wp-content\/uploads\/2014\/02\/bikemask-60x45.jpeg 60w\" sizes=\"auto, (max-width: 259px) 100vw, 259px\" \/><\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Essa maldita energia Por: Gianni Tirelli Fonte: stampalibera, 8\/2\/2014 Tradu\u00e7\u00e3o: Mario S. 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