{"id":2855,"date":"2012-10-18T21:04:45","date_gmt":"2012-10-18T21:04:45","guid":{"rendered":"http:\/\/imediata.org\/?p=2855"},"modified":"2012-10-18T21:08:19","modified_gmt":"2012-10-18T21:08:19","slug":"nirvaneando-se-por-mario-s-mieli-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/imediata.org\/?p=2855","title":{"rendered":">> NIRVANEANDO-SE, por Mario S. Mieli"},"content":{"rendered":"<p>NIRVANEANDO-SE<br \/>\n<\/br><br \/>\nPor: Mario S. Mieli<br \/>\n<\/br><br \/>\n<a href=\"http:\/\/imediata.org\/wp-content\/uploads\/2012\/10\/13442900054459502.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/imediata.org\/wp-content\/uploads\/2012\/10\/13442900054459502-236x300.jpg\" alt=\"\" title=\"1344290005445950\" width=\"236\" height=\"300\" class=\"alignright size-medium wp-image-2856\" srcset=\"https:\/\/imediata.org\/wp-content\/uploads\/2012\/10\/13442900054459502-236x300.jpg 236w, https:\/\/imediata.org\/wp-content\/uploads\/2012\/10\/13442900054459502.jpg 500w\" sizes=\"auto, (max-width: 236px) 100vw, 236px\" \/><\/a><br \/>\n<\/br><br \/>\n<a href=\"http:\/\/imediata.org\/wp-content\/uploads\/2012\/10\/2718231849_8e74d96cb71.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/imediata.org\/wp-content\/uploads\/2012\/10\/2718231849_8e74d96cb71.jpg\" alt=\"\" title=\"2718231849_8e74d96cb7\" width=\"500\" height=\"313\" class=\"alignright size-full wp-image-2858\" srcset=\"https:\/\/imediata.org\/wp-content\/uploads\/2012\/10\/2718231849_8e74d96cb71.jpg 500w, https:\/\/imediata.org\/wp-content\/uploads\/2012\/10\/2718231849_8e74d96cb71-300x187.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px\" \/><\/a><br \/>\n<\/br><\/p>\n<p><strong>A voz interior, que s\u00e3o os olhos-peixes da deusa Minaksi no aqu\u00e1rio de-mente da-mente, enquanto escrevia:<br \/>\n<\/br><\/p>\n<p>Escolha o t\u00edtulo. Isso. A falta de t\u00edtulo \u00e9 o Nirvana.<br \/>\nEscolha a inter-preta\u00e7\u00e3o e a inter-p[enet]ra\u00e7\u00e3o das palavras.<br \/>\nDas p\u00e1-larvas. Que nesse est\u00e1gio ainda n\u00e3o formaram os olhos da deusa Minaksi, que s\u00e3o peixes. Escolha. Pois voc\u00ea j\u00e1 foi ex-colhido para fazer esta escolha. No p\u00f3 da escultura que se esfacela para recriar a poesia em ru\u00ednas e a flor que transparece e se manifesta neste s\u00edtio arqueo-l\u00f3gico bio-esf\u00e9rico.<br \/>\nDos micro-organismos e dos macrocosmos.<br \/>\n<\/br><br \/>\n<a href=\"http:\/\/imediata.org\/wp-content\/uploads\/2012\/10\/takashi_murakami_jelly_fish_eyes_white_lrg.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/imediata.org\/wp-content\/uploads\/2012\/10\/takashi_murakami_jelly_fish_eyes_white_lrg-300x300.jpg\" alt=\"\" title=\"takashi_murakami_jelly_fish_eyes_white_lrg\" width=\"300\" height=\"300\" class=\"alignright size-medium wp-image-2859\" srcset=\"https:\/\/imediata.org\/wp-content\/uploads\/2012\/10\/takashi_murakami_jelly_fish_eyes_white_lrg-300x300.jpg 300w, https:\/\/imediata.org\/wp-content\/uploads\/2012\/10\/takashi_murakami_jelly_fish_eyes_white_lrg-150x150.jpg 150w, https:\/\/imediata.org\/wp-content\/uploads\/2012\/10\/takashi_murakami_jelly_fish_eyes_white_lrg.jpg 600w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a><br \/>\nTakashi Murakami &#8211; Jelly Fish Eyes White<br \/>\n<\/br><\/p>\n<p>Escolha o sentido. Deturpe o sentido. Sem ter tido isso, voc\u00ea se entope e entorpece. O fluxo de vida n\u00e3o passa mais. N\u00e3o seja o clich\u00e9 de si pr\u00f3prio.<br \/>\nSem ter sido isso, voc\u00ea s\u00f3 ter\u00e1 a ilus\u00e3o de ser igual a si pr\u00f3prio, o que n\u00e3o existe.<br \/>\n<\/br><\/p>\n<p>NUNCA SEJA VOC\u00ca MESMO. NEVER BE YOURSELF. NON ESSERE MAI TE STESSO. NE SOIS JAMAIS TOI M\u00caME.<br \/>\n<\/br><br \/>\nPorque \u00e9 pouco. Conhe\u00e7a-te a Ti mesmo a partir da\u00ed. Repita essa frase milhares de bilh\u00f5es de vezes. Em todas as l\u00ednguas. Em todas as formas. Nunca seja voc\u00ea mesmo. Forme-se e deforme-se. Nunca seja voc\u00ea mesmo. Porque \u00e9 pouco. Muito pouco. Se d\u00ea espa\u00e7o. Se d\u00ea tempo. O \u201cin\u201d finito quando se recusa o infinito. Sem ligar para a gram\u00e1tica. Se d\u00ea sim!!! \u00c0 vontade. Mas tamb\u00e9m nunca se mascare como est\u00e1 fazendo agora. Se desmascare de outro modo. N\u00e3o estou insultando voc\u00ea. Voc\u00ea sou eu em outra esmaecida forma. Vamos, se desmascare. Sozinho. Revele-se a si pr\u00f3prio. Veja o eu em voc\u00ea.<br \/>\n<\/br><br \/>\n<a href=\"http:\/\/imediata.org\/wp-content\/uploads\/2012\/10\/takashi_murakami_jelly_fish_eyes_black_lrg.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/imediata.org\/wp-content\/uploads\/2012\/10\/takashi_murakami_jelly_fish_eyes_black_lrg-300x300.jpg\" alt=\"\" title=\"takashi_murakami_jelly_fish_eyes_black_lrg\" width=\"300\" height=\"300\" class=\"alignright size-medium wp-image-2860\" srcset=\"https:\/\/imediata.org\/wp-content\/uploads\/2012\/10\/takashi_murakami_jelly_fish_eyes_black_lrg-300x300.jpg 300w, https:\/\/imediata.org\/wp-content\/uploads\/2012\/10\/takashi_murakami_jelly_fish_eyes_black_lrg-150x150.jpg 150w, https:\/\/imediata.org\/wp-content\/uploads\/2012\/10\/takashi_murakami_jelly_fish_eyes_black_lrg.jpg 600w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a><br \/>\nTakashi Murakami &#8211; Jelly Fish Eyes Black<br \/>\n<\/br><\/p>\n<p>Na frente do espelho.<br \/>\nSinta como voc\u00ea \u00e9 somente a somat\u00f3ria de fragmentos sublimes e per-versos  por-versos cuja compreens\u00e3o total \u00e9 apenas uma constru\u00e7\u00e3o artificiosa de sua cabe\u00e7a, insignificante para os outros, inexistente para os outros. E o que \u00e9 pior, para voc\u00ea tamb\u00e9m, depois que registrou no papel as larvas vivas do pensamento que morrem ao virar palavras. AH! AH! AH! Os outros tamb\u00e9m n\u00e3o existem. E seus nomes pr\u00f3prios deveriam ser abolidos. Para que possamos recome\u00e7ar a chamar as coisas pelo que elas realmente s\u00e3o. Nade como os olhos-peixes no nada-tudo, no nada-brahma, que \u00e9 o som primordial, a \u00fanica ess\u00eancia que conta. Desde quando voc\u00ea \u00e9 voc\u00ea? Me d\u00ea uma prova de que voc\u00ea \u00e9 voc\u00ea mesmo. Tenha pena de si por sua aliena\u00e7\u00e3o. Tenha orgulho de si por resgatar-se a si pr\u00f3prio. Seja in-diferente. Fa\u00e7a um carinho em si pr\u00f3prio. Se abrace. Sua beleza \u00e9 irrepet\u00edvel. Incompar\u00e1vel. Pois voc\u00ea \u00e9 o mundo todo. Voc\u00ea \u00e9 todo o mundo. E voc\u00ea n\u00e3o \u00e9 nada. Nadinha. Absolutamente nada. Menos que qualquer palavra. Mais \u00ednfimo que qualquer bact\u00e9ria. A bolha de ar que sai da boca do peixe. Por isso mesmo, voc\u00ea \u00e9 o universo. Com todas as suas gal\u00e1xias, vias l\u00e1cteas, buracos negros e anti-mat\u00e9ria. Tudo numa bact\u00e9ria, num el\u00e9ctron. Voc\u00ea \u00e9 tamb\u00e9m uma flor. Qualquer flor. Algu\u00e9m j\u00e1 amou voc\u00ea, numa fra\u00e7\u00e3o de segundo, e sentiu o seu perfume. E voc\u00ea nem viu, nem ficou sabendo. Eu estou sempre em voc\u00ea. Voc\u00ea mesmo j\u00e1 se amou. E aquele dia, que voc\u00ea estava escovando os dentes e parecia haver outra pessoa fitando suas fei\u00e7\u00f5es, analisando seus gestos, observando voc\u00ea friamente do outro lado do espelho? N\u00e3o se assuste. Aquele tamb\u00e9m era voc\u00ea. O seu Ka. Impass\u00edvel. Est\u00e1tico. Voc\u00ea era o tempo que voc\u00ea mesmo levou para ver-se e perceber-se Para tomar consci\u00eancia do nada em forma do eu que representa tudo. Sua intui\u00e7\u00e3o de si pr\u00f3prio. Sua auto-anuncia\u00e7\u00e3o. Auto-anuncie-se v\u00e1rias vezes por dia\u2026 E voc\u00ea j\u00e1 tinha se tornado outro. A imagem do eu que viaja no tempo\u2026 para alguma gal\u00e1xia distante\u2026 do outro lado do espelho. O tempo que leva para a gente ir de si a si \u00e9 infinito. Ou o espa\u00e7o que toma consci\u00eancia de si pr\u00f3prio. E nunca para de tomar consci\u00eancia de si pr\u00f3prio, por estar sempre em muta\u00e7\u00e3o. Muta\u00e7\u00e3o muda a a\u00e7\u00e3o. Que est\u00e1 vendo o seu nascimento agora. A sua concep\u00e7\u00e3o. A de seus pais, av\u00f3s, bisav\u00f3s. Voc\u00ea ainda n\u00e3o nasceu. Eles ainda n\u00e3o nasceram. Em infinitos pontos do tempo e do espa\u00e7o, voc\u00ea e eles s\u00e3o ainda virtuais. Voc\u00ea \u00e9 sempre virtual. Em outras esferas, o futuro j\u00e1 aconteceu e voc\u00ea simplesmente cumprir\u00e1 a vis\u00e3o anterior, precedente, de uma vida que \u00e9 percebida de tr\u00e1s pr\u00e1 frente, desbobinada. Mas n\u00e3o queime o filme!!! Ele \u00e9 pr\u00e9-cioso!!! Pr\u00e9-ciente!!! Pressinta o passado e leia o futuro. Muda a\u00e7\u00e3o. A\u00e7\u00e3o muda. Para que o mantra saia mais forte. Mani-festa. Many-festa. Festa. OM MANI PADME AUM. OM MANI FESTA AUM. Ecoe e escoe. Mani-festa-a\u00e7\u00e3o. N\u00e3o fazendo nada. Nade.<br \/>\n<\/br><\/p>\n<p>Leia o resto desse escrito de retalhos se quiser. Mas voc\u00ea nunca poder\u00e1 me compreender se n\u00e3o deixar de ser voc\u00ea completamente. AM\u00c9M. A mim. Tente ser eu. Fa\u00e7a uma forcinha. Seja eu. Isso, assim\u2026 Compartilhe esse drama e  alegria infinitos. E me ajude a deixar de ser eu mesmo tamb\u00e9m, como voc\u00ea deixou de ser voc\u00ea para poder ser eu e me compreender. Assim, nos com-prenderemos juntos. N\u00e3o tenha medo. Depois que nos com-prendermos, poderemos nos soltar de novo. Venha comigo naquela Festa em que se dan\u00e7a sobre o fogo. Dan\u00e7aremos a noite inteira dentro dos corpos de outros eus que s\u00e3o n\u00f3s tamb\u00e9m. Afinal, eles precisam de n\u00f3s para dan\u00e7ar sobre o fogo sem se queimarem. A f\u00e9 que n\u00e3o queima. Inoxid\u00e1vel. Depois, sejamos c\u00famplices dessa liberta\u00e7\u00e3o m\u00fatua. Eu volto para a minha morada fora do tempo-espa\u00e7o e voc\u00ea volta para a sua dentro dele. Para reencontrarmos a ilus\u00e3o de nossos pr\u00f3prios eus. Sentirei muito sua falta. Saudades do futuro. Voc\u00ea sentir\u00e1 muito a minha. E procurar\u00e1 entre os eus-chamados-pessoas o que s\u00f3 eu lhe posso dar. Dar que \u00e9 sempre s\u00f3 fazer sentir. Eu\u2026 que voc\u00ea sabe ser voc\u00ea mesmo em outros \u00e1tomos, em outras atmosferas. E voc\u00ea sentir\u00e1 amor. Muita alegria e muita tristeza juntas. Um dia nos reencontraremos. Mas n\u00e3o teremos o direito de saber por tr\u00e1s de que ilus\u00f5es pretend\u00edamos identificar nossos pr\u00f3prios eus. \u201cSe o pensar acaba na morte, quem seria capaz de reconhecer seu pr\u00f3prio renascimento?\u201d dizia Budha. S\u00f3 a mente do uni-verso. Esse dia j\u00e1 \u00e9 hoje e sempre foi e sempre ser\u00e1. Amo voc\u00ea por ter compreendido isso. Por voc\u00ea me amar tamb\u00e9m. Mas\u2026 ser\u00e1 mesmo? Acho que mais do que me amar, voc\u00ea sente \u00e9 a minha falta. Falta da Maya que me foi dado criar, por ser mat\u00e9ria. Por eu, como Maya, estar t\u00e3o dentro de voc\u00ea. Mas tamb\u00e9m por eu ser tanto voc\u00ea. Por eu, como Dharma, catalizar os ciclos do Samsara sendo tudo e todos nesse momento de com-ci\u00eancia. E isso \u00e9 amar. A alma de quem ama n\u00e3o precisa transmigrar depois da morte, pois j\u00e1 in-migrou em vida, amando, e vendo-se refletida nos espelhos circulares de seus olhos, nirvaneando-se. MANO-MAYA-KAYA (mente-vis\u00e3o-corpo). Voc\u00ea gostaria que me eu me materializasse mas\u2026 eu somente posso te encarar por infinitesimais fra\u00e7\u00f5es de segundo, quando, distra\u00eddo, voc\u00ea sente mas n\u00e3o percebe a minha presen\u00e7a do outro lado do espelho. Na total-idade e falsa-idade do momento. Agora, n\u00e3o sou mais do que uma das pedras-esculturas do templo de Minaksi-Sundaresvara, cujo significado se perdeu na noite do filme fotogr\u00e1fico dos turistas que, vorazes de universo ao inverso, se contentam em revelar a pel\u00edcula como prova de que tamb\u00e9m estiveram l\u00e1. Mas quanto mais tentam revelar, mais re-velam a simplicidade com camadas e camadas de Maya. Por isso, n\u00e3o queime o filme. Ele \u00e9 pr\u00e9-cioso. Pr\u00e9-ciente.<br \/>\nE tente recome\u00e7ar outra vez. Corte algumas letras. Acrescente outras. Ria. Sorria. Chore de tanto rir. Que \u00e9 o mesmo que rir de tanto chorar.<br \/>\n<\/br><\/p>\n<p>Leia o resto, se quiser. Tanto voc\u00ea sempre s\u00f3 ler\u00e1 a si pr\u00f3prio. E aquela parte do eu que sempre esteve em voc\u00ea. Enquanto isso, a pedra incrustada no templo se perde na concep\u00e7\u00e3o do tempo. Mas nunca seja igual a si mesmo e isso \u00e9 poss\u00edvel s\u00f3 se voc\u00ea se NIRVANEAR, como p\u00f3, como peixe, como escultura ou como deusa. Am\u00e9m.<\/p>\n<p><\/br><br \/>\n<a href=\"http:\/\/imediata.org\/wp-content\/uploads\/2012\/10\/fish-eyes-amy-s-turner.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/imediata.org\/wp-content\/uploads\/2012\/10\/fish-eyes-amy-s-turner-300x214.jpg\" alt=\"\" title=\"fish-eyes-amy-s-turner\" width=\"300\" height=\"214\" class=\"alignright size-medium wp-image-2861\" srcset=\"https:\/\/imediata.org\/wp-content\/uploads\/2012\/10\/fish-eyes-amy-s-turner-300x214.jpg 300w, https:\/\/imediata.org\/wp-content\/uploads\/2012\/10\/fish-eyes-amy-s-turner.jpg 900w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a><br \/>\nAmy S.Turner &#8211; Fish Eyes<br \/>\n<\/br><\/p>\n<p>VI VER\/DI VER TIR\/DI VER TER\/VER TER\/RE VI VER\/RE VER\/VER VE\/ NIR VA\u00d5\/ NIR VANE AR<\/strong><br \/>\n<\/br><br \/>\n<a href=\"http:\/\/imediata.org\/wp-content\/uploads\/2012\/10\/CeilingPaint2.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/imediata.org\/wp-content\/uploads\/2012\/10\/CeilingPaint2-199x300.jpg\" alt=\"\" title=\"CeilingPaint2\" width=\"199\" height=\"300\" class=\"alignright size-medium wp-image-2862\" srcset=\"https:\/\/imediata.org\/wp-content\/uploads\/2012\/10\/CeilingPaint2-199x300.jpg 199w, https:\/\/imediata.org\/wp-content\/uploads\/2012\/10\/CeilingPaint2.jpg 531w\" sizes=\"auto, (max-width: 199px) 100vw, 199px\" \/><\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>NIRVANEANDO-SE Por: Mario S. 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