{"id":2756,"date":"2012-10-10T16:00:01","date_gmt":"2012-10-10T16:00:01","guid":{"rendered":"http:\/\/imediata.org\/?p=2756"},"modified":"2012-10-10T16:12:12","modified_gmt":"2012-10-10T16:12:12","slug":"a-importancia-da-banalizacao-para-cimentar-o-controle-social-por-colin-todhunter","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/imediata.org\/?p=2756","title":{"rendered":">> A import\u00e2ncia da banaliza\u00e7\u00e3o para cimentar o controle social, por Colin Todhunter"},"content":{"rendered":"<p><\/br><br \/>\n<strong>A import\u00e2ncia da banaliza\u00e7\u00e3o para cimentar o controle social<br \/>\n<\/br><br \/>\nPor: Colin Todhunter<br \/>\nFonte: <a href=\"http:\/\/www.globalresearch.ca\/hegemony-and-propaganda-the-importance-of-trivialisation-in-cementing-social-control\/\">Global Research<\/a> de 3\/10\/2012<br \/>\nTradu\u00e7\u00e3o: Mario S. Mieli<\/strong><\/p>\n<p><\/br><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/imediata.org\/wp-content\/uploads\/2012\/10\/televisione-e-bimbi.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/imediata.org\/wp-content\/uploads\/2012\/10\/televisione-e-bimbi.jpg\" alt=\"\" title=\"televisione-e-bimbi\" width=\"450\" height=\"356\" class=\"alignright size-full wp-image-2757\" srcset=\"https:\/\/imediata.org\/wp-content\/uploads\/2012\/10\/televisione-e-bimbi.jpg 450w, https:\/\/imediata.org\/wp-content\/uploads\/2012\/10\/televisione-e-bimbi-300x237.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 450px) 100vw, 450px\" \/><\/a><br \/>\n<\/br><br \/>\nNas sociedades modernas, o conhecimento se expandiu at\u00e9 o ponto em que a especializa\u00e7\u00e3o e sub-especializa\u00e7\u00f5es se tornam a norma. \u00c9 simplesmente imposs\u00edvel que uma \u00fanica pessoa tenha um conhecimento profundo de todas as disciplinas. Precisamos recorrer a outras pessoas para superar essa falta de conhecimento, geralmente em termos relativamente simplistas. <strong>A maioria de n\u00f3s \u00e9 obrigada a aceitar como verdade muitas ideias e conceitos com que somos bombardeados nessa era de comunica\u00e7\u00e3o instant\u00e2nea de massa e de sobrecarga de informa\u00e7\u00f5es.<\/strong><br \/>\n<\/br><\/p>\n<p>As pessoas tendem a gostar da simplicidade. Em muitos casos, n\u00e3o possuem suficiente experi\u00eancia com a mat\u00e9ria, solicitando-a, portanto. As pessoas requerem pacotes de conhecimento f\u00e1ceis de gerenciar, e esses pacotes s\u00e3o considerados como estoques de conhecimento \u2018de bom senso\u2019 que permitem que as pessoas possam se virar, ainda que esse \u2018conhecimento\u2019 possa ser errado ou mal representado.<br \/>\n<\/br><\/p>\n<p>Os pol\u00edticos e a m\u00eddia tamb\u00e9m sabem da necessidade de simplicidade das pessoas. E aqui est\u00e1 o problema, especialmente em um mundo sempre mais complexo e confuso. Com o objetivo de fazer convergir as massas no sentido de certas ideias e fazer com que as coisas pare\u00e7am \u2018simples\u2019 para elas, tanto os pol\u00edticos como a m\u00eddia t\u00eam partido do pressuposto formulado por Edward Bernays, o pai da propaganda, publicidade e rela\u00e7\u00f5es p\u00fablicas. <strong>E \u00e9 a\u00ed que simplicidade se transforma em manipula\u00e7\u00e3o.  <\/strong><br \/>\n<\/br><br \/>\n<a href=\"http:\/\/imediata.org\/wp-content\/uploads\/2012\/10\/1803594035_616ca54fd1.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/imediata.org\/wp-content\/uploads\/2012\/10\/1803594035_616ca54fd1.jpg\" alt=\"\" title=\"1803594035_616ca54fd1\" width=\"500\" height=\"374\" class=\"alignright size-full wp-image-2758\" srcset=\"https:\/\/imediata.org\/wp-content\/uploads\/2012\/10\/1803594035_616ca54fd1.jpg 500w, https:\/\/imediata.org\/wp-content\/uploads\/2012\/10\/1803594035_616ca54fd1-300x224.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px\" \/><\/a><br \/>\n<\/br><\/p>\n<p>Bernays sabia como manipular grupos de pessoas e como atrair as massas aos produtos e mensagens da sociedade moderna. Agora, estamos todos sujeitos a esse tipo de manipula\u00e7\u00e3o, a cada dia e todos os dias, com o bombardeio incessante de comerciais.<br \/>\n<\/br><\/p>\n<p><strong>Foi o acad\u00eamico estadunidense Rick Roderick que notou como a tend\u00eancia para a banalidade, a simplifica\u00e7\u00e3o e a trivializa\u00e7\u00e3o propostas pelas ind\u00fastrias e \u00e1reas de excel\u00eancia da propaganda, seja agora prol\u00edfica em toda a sociedade.<\/strong> Ele se referiu ao fen\u00f4meno crescente dos problemas e quest\u00f5es importantes reduzidas a uma esp\u00e9cie de moda, atrav\u00e9s da cont\u00ednua repeti\u00e7\u00e3o. Por exemplo, debates pol\u00edticos em aparente situa\u00e7\u00e3o de  par\u00e1lise, como os direitos homossexuais ou o aborto, tornaram-se um debate praticamente in\u00fatil. Passam com tanta frequ\u00eancia a girar em torno dos mesmos poucos argumentos que se tornaram quase um modismo. Isso n\u00e3o significa que as quest\u00f5es n\u00e3o sejam importantes por si mesmas, significa que foram reduzidas sempre aos mesmos refr\u00f5es e papagaiadas.<br \/>\n<\/br><\/p>\n<p>Pode-se chegar ao ponto em que as pessoas simplesmente parem de se importar com a quest\u00e3o. Diante de tantos e t\u00e3o diferentes movimentos, todos fechados em debates infinitos, pode facilmente ocorrer <strong>que se difunda na popula\u00e7\u00e3o uma esp\u00e9cie de apatia e inatividade.  <\/strong><br \/>\n<\/br><br \/>\n<a href=\"http:\/\/imediata.org\/wp-content\/uploads\/2012\/10\/Depravation.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/imediata.org\/wp-content\/uploads\/2012\/10\/Depravation.jpg\" alt=\"\" title=\"Depravation\" width=\"550\" height=\"412\" class=\"alignright size-full wp-image-2759\" srcset=\"https:\/\/imediata.org\/wp-content\/uploads\/2012\/10\/Depravation.jpg 550w, https:\/\/imediata.org\/wp-content\/uploads\/2012\/10\/Depravation-300x224.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 550px) 100vw, 550px\" \/><\/a><br \/>\n<\/br><\/p>\n<p><strong>Efetivamente, muitas quest\u00f5es foram reduzidas a slogans apetec\u00edveis para a m\u00eddia.<\/strong> Por exemplo, dezenas de anos de s\u00e9rias  publica\u00e7\u00f5es sobre o feminismo foram ultrapassadas pelas Spice Girls que gritam o slogan \u2018girl power\u2019 em cada ocasi\u00e3o. Uma quest\u00e3o s\u00e9ria usada como estratagema comercial para vender m\u00fasica. Mas o que queria dizer \u2018girl power\u2019? O que importa, basta gritar as palavras e pronto.<br \/>\n<\/br><\/p>\n<p>Barak Obama recitava o mantra \u2018esperan\u00e7a e mudan\u00e7a\u2019 que quer dizer tudo e nada, ao mesmo tempo. Ainda que, em certos casos, os slogans papagaiadas possam, na verdade, querer expressar algo s\u00e9rio, s\u00e3o repetidos um milh\u00e3o de vezes, a ponto de <strong>se tornarem mera ret\u00f3rica sem qualquer significado mais profundo<\/strong>.<br \/>\n<\/br><\/p>\n<p>E h\u00e1 ainda todos aqueles spots nos canais em l\u00edngua inglesa da \u00cdndia, onde para vender reduzem tudo ao m\u00ednimo denominador comum \u2018o branco est\u00e1 na moda, o preto n\u00e3o\u2019 (por qual motivo uma frase pertinente \u00e0 cor da pele n\u00e3o \u00e9 considerada racista na \u00cdndia?), \u2018porque voc\u00ea vale\u2019 (senso da autoestima reduzido ao fato de usar um esmalte para unhas ou batom), \u2018\u00e9 muito, muito sexy\u2019 (a natureza da sexualidade reduzida aos efeitos de um desodorante). Quest\u00f5es complexas se tornam modos c\u00f4modos de dizer e s\u00e3o reduzidas <strong>a identidades de marca pr\u00e9-confeccionadas para serem vendidas no mercado<\/strong>.<br \/>\n<\/br><br \/>\n<a href=\"http:\/\/imediata.org\/wp-content\/uploads\/2012\/10\/uomo.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/imediata.org\/wp-content\/uploads\/2012\/10\/uomo.jpg\" alt=\"\" title=\"uomo\" width=\"550\" height=\"555\" class=\"alignright size-full wp-image-2760\" srcset=\"https:\/\/imediata.org\/wp-content\/uploads\/2012\/10\/uomo.jpg 550w, https:\/\/imediata.org\/wp-content\/uploads\/2012\/10\/uomo-150x150.jpg 150w, https:\/\/imediata.org\/wp-content\/uploads\/2012\/10\/uomo-297x300.jpg 297w\" sizes=\"auto, (max-width: 550px) 100vw, 550px\" \/><\/a><br \/>\n<\/br><\/p>\n<p>Junto a tudo isso, v\u00e3o de m\u00e3os dadas o cinismo e a ridiculariza\u00e7\u00e3o, ou seja, se os argumentos s\u00e9rios n\u00e3o se tornam banais atrav\u00e9s da repeti\u00e7\u00e3o, passam a ser objeto de brincadeiras e piadas.<br \/>\n<\/br><\/p>\n<p>Rick Roderick gostava de lembrar de um velho show na TV dos EUA para demonstrar como a sociedade encoraja o rid\u00edculo, o trivial e a aceita\u00e7\u00e3o das coisas como elas s\u00e3o (e n\u00e3o como deveriam ser). &#8216;Laverne and Shirley&#8217; foi ao ar de 1976 a 1983. Roderick lembrava que Laverne e Shirley trabalhavam numa f\u00e1brica de cerveja em Milwaukee. Poderia ter sido um filme realista socialista, mas pelo contr\u00e1rio, era um sitcom. Todos os problemas que a classe trabalhadora encontra, com frequ\u00eancia, eram reduzidos a banalidades, ao \u2018mal comum\u2019 da trivialidade e a pequenas brincadeiras sem profundidade.<br \/>\n<\/br><\/p>\n<p>Hoje pode-se observar um fen\u00f4meno similar na Gr\u00e3-Bretanha, atrav\u00e9s da demoniza\u00e7\u00e3o dos segmentos mais pobres da classe trabalhadora inglesa, por parte dos principais meios de comunica\u00e7\u00e3o e pelos v\u00e1rios comentaristas sociais. Chamados de \u2018chavs\u2019 (mal-humorados, aborrecidos), a vida deles \u00e9 <strong>estigmatizada, ridicularizada e banalizada<\/strong>.  <\/p>\n<p><\/br><br \/>\nRoderick discute tamb\u00e9m a no\u00e7\u00e3o de que John F Kennedy (JFK) tenha sido assassinado por meio de um golpe de estado, e desde ent\u00e3o o governo dos EUA agiria secretamente. Isso pode ser verdade ou n\u00e3o, mas a partir do momento em que tivemos dispon\u00edveis centenas de livros e muitos filmes sobre JFK, as pessoas tendem a apagar a tev\u00ea, sacudir os ombros e dizer que isso pode ser ou n\u00e3o, mas quem se importa com isso? Tornou-se banal. Para Roderick, esse \u00e9 apenas um outro exemplo de como \u00e9 poss\u00edvel <strong>tomar quest\u00f5es de vital import\u00e2ncia humana e torn\u00e1-las uma banalidade<\/strong>.<br \/>\n<\/br><\/p>\n<p><strong>\u00c9 exatamente isso que se quer: banalidade e embuste, que encontra sua express\u00e3o \u00faltima no cinismo, na apatia e no aceitar e conformar-se ao status quo.<\/strong><br \/>\n<\/br><br \/>\n<a href=\"http:\/\/imediata.org\/wp-content\/uploads\/2012\/10\/0.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/imediata.org\/wp-content\/uploads\/2012\/10\/0.jpg\" alt=\"\" title=\"0\" width=\"480\" height=\"360\" class=\"alignright size-full wp-image-2761\" srcset=\"https:\/\/imediata.org\/wp-content\/uploads\/2012\/10\/0.jpg 480w, https:\/\/imediata.org\/wp-content\/uploads\/2012\/10\/0-300x225.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 480px) 100vw, 480px\" \/><\/a><br \/>\n<\/br><br \/>\nEm vista dos maiores desafios que devemos enfrentar, da guerra nuclear ao desastre ecol\u00f3gico, aquilo de que precisamos \u00e9 justamente investir em reformas sociais e econ\u00f4micas, e em grandes ideias. Mas ser\u00e1 que tamb\u00e9m as ideias do passado, que poderiam ser inspira\u00e7\u00e3o para as causas de hoje, n\u00e3o ter\u00e3o sido reduzidas e med\u00edocres banalidades? N\u00e3o seriam apenas forragem para o mercado? <strong>Por acaso n\u00e3o s\u00e3o ironizadas e ridicularizadas por uma popula\u00e7\u00e3o for\u00e7ada \u00e0 depress\u00e3o, que considera a apatia e o cinismo como um imperativo da condi\u00e7\u00e3o humana?<\/strong><br \/>\n<\/br><\/p>\n<p><strong>Poderia haver um modo melhor para controlar a popula\u00e7\u00e3o que induzi-la \u00e0 apatia e \u00e0 banalidade, encorajando a banaliza\u00e7\u00e3o de causas, ideias e dos dramas de certos estratos da sociedade? Haveria um modo melhor para controlar a dissid\u00eancia que ridicularizar os dissidentes,<\/strong> ou, se isso n\u00e3o funcionar, como no  caso do governo indiano, acusar de comportamento sedicioso 7.000 leg\u00edtimos manifestantes anti-nucleares em Kudankulam \u2013 gente do campo e simples pescadores?<br \/>\n<\/br><br \/>\n<a href=\"http:\/\/imediata.org\/wp-content\/uploads\/2012\/10\/108101-cctv.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/imediata.org\/wp-content\/uploads\/2012\/10\/108101-cctv.jpg\" alt=\"\" title=\"108101-cctv\" width=\"600\" height=\"400\" class=\"alignright size-full wp-image-2762\" srcset=\"https:\/\/imediata.org\/wp-content\/uploads\/2012\/10\/108101-cctv.jpg 600w, https:\/\/imediata.org\/wp-content\/uploads\/2012\/10\/108101-cctv-300x200.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px\" \/><\/a><br \/>\n<\/br><\/p>\n<p><strong>Ser\u00e1 que dever\u00edamos ignorar tudo isso e ficarmos sentados, satisfeitos com uma cultura que dedica mais colunas de tintas \u00e0 hist\u00f3ria de Simon Cowell, que se bota placenta no rosto para parecem mais jovem, que \u00e0 morte de um dos maiores historiadores do s\u00e9culo vinte, Eric Hobbsbawn?<\/strong> Vamos voltar a sentar e compraremos o xampu porque ca\u00edmos na mentira do \u2018eu mere\u00e7o\u2019. Porque se for assim, n\u00e3o est\u00e3o em perigo somente os 7.000 manifestantes leg\u00edtimos de Kundakulam (<a href=\"http:\/\/www.countercurrents.org\/ctw300912.htm\">http:\/\/www.countercurrents.org\/ctw300912.htm<\/a>) e outros que est\u00e3o enfrentando problemas parecidos de maus tratos \u2013 mas <strong>estamos n\u00f3s todos tamb\u00e9m!<\/strong><br \/>\n<\/br><br \/>\n<a href=\"http:\/\/imediata.org\/wp-content\/uploads\/2012\/10\/they_live.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/imediata.org\/wp-content\/uploads\/2012\/10\/they_live.jpg\" alt=\"\" title=\"they_live\" width=\"750\" height=\"700\" class=\"alignright size-full wp-image-2763\" srcset=\"https:\/\/imediata.org\/wp-content\/uploads\/2012\/10\/they_live.jpg 750w, https:\/\/imediata.org\/wp-content\/uploads\/2012\/10\/they_live-300x280.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px\" \/><\/a><br \/>\n<\/br><\/p>\n<p><strong>\u201cO sinal positivo de uma sociedade inteligente \u00e9 a possibilidade de fazer perguntas. Se tenho uma d\u00favida, tenho o direito de fazer perguntas. Aqui, o simples ato de fazer perguntas \u00e9 tratado como comportamento sedicioso.\u201d Aruna Roy<\/strong> (pol\u00edtico indiano e ativista social).<br \/>\n<\/br><br \/>\nOrigin\u00e1rio do noroeste da Inglaterra, Colin Todhunter viveu muitos anos na \u00cdndia e escreveu para v\u00e1rias publica\u00e7\u00f5es. Seu site East by Northwest: <a href=\"http:\/\/colintodhunter.blogspot.com\">http:\/\/colintodhunter.blogspot.com<\/a> <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A import\u00e2ncia da banaliza\u00e7\u00e3o para cimentar o controle social Por: Colin Todhunter Fonte: Global Research de 3\/10\/2012 Tradu\u00e7\u00e3o: Mario S. Mieli Nas sociedades modernas, o conhecimento se expandiu at\u00e9 o ponto em que a especializa\u00e7\u00e3o e sub-especializa\u00e7\u00f5es se tornam a norma. \u00c9 simplesmente imposs\u00edvel que uma \u00fanica pessoa tenha um conhecimento profundo de todas as [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[7,9],"tags":[1560,1559,95,1562,1561,1558],"class_list":["post-2756","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-devir","category-lance-de-dados","tag-banalizacao-e-controle-social","tag-colin-todhunter","tag-mario-s-mieli","tag-midia-e-banalizacao","tag-midia-e-controle-social","tag-sociedade-de-controle"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/imediata.org\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/2756","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/imediata.org\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/imediata.org\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/imediata.org\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/imediata.org\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=2756"}],"version-history":[{"count":7,"href":"https:\/\/imediata.org\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/2756\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2766,"href":"https:\/\/imediata.org\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/2756\/revisions\/2766"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/imediata.org\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=2756"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/imediata.org\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=2756"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/imediata.org\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=2756"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}