{"id":2028,"date":"2012-07-03T21:41:06","date_gmt":"2012-07-03T21:41:06","guid":{"rendered":"http:\/\/imediata.org\/?p=2028"},"modified":"2012-07-03T21:56:53","modified_gmt":"2012-07-03T21:56:53","slug":"sao-paulo-a-cidade-proibida-o-artigo-sao-paulo-em-%e2%80%9ca-letra-miuda-do-caos%e2%80%9d-a-constatacao-da-esquizofrenia-%e2%80%9centre-rios%e2%80%9d-a-urbanizacao-de-sao-paulo-o-document","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/imediata.org\/?p=2028","title":{"rendered":">> Virado \u00e0 paulista &#8211; S\u00e3o Paulo, a cidade proibida (o artigo); S\u00e3o Paulo, em \u201cA Letra Mi\u00fada do Caos\u201d (a constata\u00e7\u00e3o da esquizofrenia); \u201cEntre Rios\u201d, a urbaniza\u00e7\u00e3o de S\u00e3o Paulo (o document\u00e1rio); S\u00e3o Paulo, S. A. (o filme); Neobandeirantes (o arqu\u00e9tipo que persiste)"},"content":{"rendered":"<p><\/br><br \/>\n<strong>Virado \u00e0 paulista &#8211; S\u00e3o Paulo, a cidade proibida (o artigo); S\u00e3o Paulo, em \u201cA Letra Mi\u00fada do Caos\u201d (a constata\u00e7\u00e3o da esquizofrenia); \u201cEntre Rios\u201d, a urbaniza\u00e7\u00e3o de S\u00e3o Paulo (o document\u00e1rio); S\u00e3o Paulo, S. A. (o filme); Neobandeirantes (o arqu\u00e9tipo que persiste)<\/strong><br \/>\n<\/br><br \/>\n<a href=\"http:\/\/imediata.org\/wp-content\/uploads\/2012\/07\/sopaulocongonhaslanding013yr1.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/imediata.org\/wp-content\/uploads\/2012\/07\/sopaulocongonhaslanding013yr1-1024x692.jpg\" alt=\"\" title=\"sopaulocongonhaslanding013yr\" width=\"1024\" height=\"692\" class=\"alignright size-large wp-image-2033\" srcset=\"https:\/\/imediata.org\/wp-content\/uploads\/2012\/07\/sopaulocongonhaslanding013yr1-1024x692.jpg 1024w, https:\/\/imediata.org\/wp-content\/uploads\/2012\/07\/sopaulocongonhaslanding013yr1-300x203.jpg 300w, https:\/\/imediata.org\/wp-content\/uploads\/2012\/07\/sopaulocongonhaslanding013yr1.jpg 1200w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><br \/>\n<\/br><br \/>\n<strong>S\u00e3o Paulo, a cidade proibida, artigo de Bruno Ribeiro<\/strong><br \/>\n<strong>AQUI:<\/strong><br \/>\n<a href=\"http:\/\/brasilescrito.blogspot.com.br\/2012\/03\/onda-proibitiva-em-sao-paulo-comecou.html\">http:\/\/brasilescrito.blogspot.com.br\/2012\/03\/onda-proibitiva-em-sao-paulo-comecou.html<\/a><br \/>\n<strong>Resumo do artigo do blog brasilescrito:<br \/>\nA onda proibitiva em S\u00e3o Paulo come\u00e7a com Jos\u00e9 Serra, continua com Geraldo Alckmin e ganha sua personifica\u00e7\u00e3o mais bizarra com Kassab, que fez do n\u00e3o a marca de seu governo. Algumas poucas proibi\u00e7\u00f5es poderiam ser justific\u00e1veis se n\u00e3o escondessem inten\u00e7\u00f5es higienistas nas entrelinhas. Outras s\u00e3o completamente estapaf\u00fardias, como veremos a seguir.<\/strong><br \/>\n<\/br><br \/>\n<strong>S\u00e3o Paulo, no artigo \u201cA letra mi\u00fada do caos\u201d, em post editorial de Saul Leblon no site cartamaior:<br \/>\nArtigo ntegral aqui:<\/strong><br \/>\n<a href=\"http:\/\/www.cartamaior.com.br\/templates\/postMostrar.cfm?blog_id=6&#038;post_id=1024\">http:\/\/www.cartamaior.com.br\/templates\/postMostrar.cfm?blog_id=6&#038;post_id=1024<\/a><br \/>\n<\/b><br \/>\n<strong>&#8220;As not\u00edcias em letra mi\u00fada se sucedem. S\u00f3 alcan\u00e7am as manchetes quando a escala da engrenagem em curso se explicita em cat\u00e1strofes \u00e9picas &#8212; logo esquecidas na inquietante sucess\u00e3o de registros de p\u00e9 de p\u00e1gina. A letargia permite que as c\u00fapulas globais n\u00e3o incluam o risco ambiental na agenda de urg\u00eancias impostas pela maior crise do capitalismo desde os anos 30.<br \/>\n<\/b><br \/>\nDo mesmo modo, o a-historicismo engajado dos verdes se permite discutir o &#8216;futuro que queremos&#8217;, como aconteceu na Rio+20, sem assumir que a supremacia financeira atual n\u00e3o cabe nesse futuro. Ou melhor, representa a principal amea\u00e7a a ele.<br \/>\n<\/b><br \/>\nEm escala local, a esquizofrenia atinge a agenda das campanhas municipais. Em S\u00e3o Paulo, a converg\u00eancia entre crise clim\u00e1tica e desordem urbana descortina um futuro de equil\u00edbrio equivalente ao espet\u00e1culo de um c\u00e3o chupando manga. Manga de 1.500 km2 de insensatez e concreto. O tema, por\u00e9m, tem merecido no debate eleitoral a mesma prioridade que os corredores de transporte coletivo e a permeabilidade do solo nas marginais do Tiet\u00ea desfrutaram no condom\u00ednio administrativo Serra\/Kassab: zero. Oremos.&#8221;<\/strong><br \/>\n<\/b><br \/>\n<strong>&#8220;ENTRE RIOS&#8221; &#8211; a urbaniza\u00e7\u00e3o de S\u00e3o Paulo<\/strong><br \/>\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"&quot;ENTRE RIOS&quot; - a urbaniza\u00e7\u00e3o de S\u00e3o Paulo\" width=\"640\" height=\"360\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/Fwh-cZfWNIc?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><br \/>\n<\/b><br \/>\n<strong>Um excelente document\u00e1rio sobre a urbaniza\u00e7\u00e3o de S\u00e3o Paulo, com um enfoque geogr\u00e1fico-hist\u00f3rico, permeando tamb\u00e9m quest\u00f5es sobre meio ambiente, pol\u00edtica.Produzido pelo coletivo Santa Madeira:<\/strong><a href=\"http:\/\/vimeo.com\/user2460823\">http:\/\/vimeo.com\/user2460823<\/a><br \/>\n<\/b><br \/>\n<strong>S\u00e3o Paulo, Sociedade An\u00f4nima<\/strong><br \/>\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"S\u00e3o Paulo, Sociedade An\u00f4nima\" width=\"640\" height=\"480\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/ns-LPKhz_AE?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><br \/>\n<\/br><br \/>\n<strong>Filmado em 1965, S\u00e3o Paulo, Sociedade An\u00f4nima \u00e9 considerado um dos grandes cl\u00e1ssicos do cinema brasileiro. Com dire\u00e7\u00e3o e roteiro de Lu\u00eds S\u00e9rgio Person, o filme narra a dificuldade de Carlos (Walmor Chagas) em conciliar as press\u00f5es profissionais exercidas por seu chefe, Arturo (Otello Zeloni), as ambi\u00e7\u00f5es de sua mulher Luciana (Eva Wilma) e a inconst\u00e2ncia de sua amante Ana (Darlene Gl\u00f3ria). O retrato do estilo de vida paulistano continua atual mesmo depois de quase 50 anos.<\/strong><br \/>\n<a href=\"http:\/\/vimeo.com\/user2460823\">http:\/\/vimeo.com\/user2460823<\/a><br \/>\n<\/br><br \/>\n<strong><strong>S\u00e3o Paulo, Neobandeirantes, artigo de Silvio Mieli<\/strong><br \/>\nFonte: <a href=\"http:\/\/www.brasildefato.com.br\/content\/neobandeirantes\">Brasil de Fato edi\u00e7\u00e3o 455, de 24 de 11 de 2011<\/a><\/strong><br \/>\n<\/br><br \/>\nA atua\u00e7\u00e3o da PM na USP e as discuss\u00f5es posteriores \u00e0 tomada da reitoria lembram as a\u00e7\u00f5es dos nossos ancestrais, os bandeirantes<br \/>\n<\/br><br \/>\nN\u00e3o nos livramos facilmente dos arqu\u00e9tipos hist\u00f3ricos. A atua\u00e7\u00e3o da PM na USP e as discuss\u00f5es posteriores \u00e0 tomada da reitoria lembram as a\u00e7\u00f5es dos nossos ancestrais, os bandeirantes.<br \/>\n<\/br><br \/>\nO bandeirismo, fen\u00f4meno tipicamente paulista \u2013 patrocinado por senhores de engenho, donos de minas e comerciantes \u2013 est\u00e1 impregnado no corpo e na alma paulistana. A \u201celite\u201d daqui se orgulha de ser herdeira dessa \u201cbrava gente\u201d. A pegada bandeirante pode ser reconhecida na forma agressiva como o paulista ocupou o seu territ\u00f3rio; na avidez como explorou os seus recursos naturais; na arrog\u00e2ncia expansionista (a \u201clocomotiva do pa\u00eds\u201d); no modo desumano e preconceituoso como sempre tratou aqueles que constru\u00edram a sua riqueza (chamados pejorativamente de \u201cnortistas\u201d).<br \/>\n<\/br><br \/>\nNo fundo, alguns dos principais problemas da USP (autonomia, gest\u00e3o, seguran\u00e7a, administra\u00e7\u00e3o do espa\u00e7o p\u00fablico) comp\u00f5em o microcosmo das mazelas do pr\u00f3prio estado de S\u00e3o Paulo. S\u00f3 que a comunidade paulista, ao inv\u00e9s de aproveitar a oportunidade oferecida pela crise uspiana e ampliar o debate em torno da falta de democracia interna (que leva setores da universidade a radicalizarem a sua postura); na gest\u00e3o incompetente de uma institui\u00e7\u00e3o p\u00fablica; na restri\u00e7\u00e3o do acesso ao campus nos finais de semana, reduziu a riqueza do debate \u00e0 interven\u00e7\u00e3o da PM, incapaz de lidar com as particularidades de uma universidade. Al\u00e9m disso, se entrarmos no quesito da cobertura midi\u00e1tica, durante o processo de desinforma\u00e7\u00e3o que antecedeu a desocupa\u00e7\u00e3o da reitoria da USP, sobrou at\u00e9 para a R\u00e1dio V\u00e1rzea Livre do Rio Pinheiros (107,1 FM), importante projeto que funciona no pr\u00e9dio da Faculdade de Filosofia, Letras e Ci\u00eancias Humanas. Depois de demonizarem alunos e funcion\u00e1rios envolvidos com os protestos em geral, a R\u00e1dio Bandeirantes exigiu o fechamento imediato da r\u00e1dio livre que funciona a partir da USP.<br \/>\n<\/br><br \/>\nH\u00e1 muito tempo, a Bandeirantes, fazendo jus ao nome, parte para o ataque na ca\u00e7a aos movimentos sociais, estejam onde estiverem. Atrav\u00e9s de reportagens especiais, editoriais virulentos e vinhetas alarmantes ao longo da programa\u00e7\u00e3o, boicotam diuturnamente qualquer iniciativa que coloque em risco o modelo neobandeirante como, por exemplo, a campanha contra a demarca\u00e7\u00e3o da Raposa Serra do Sol e o apoio irrestrito \u00e0s mudan\u00e7as no C\u00f3digo Florestal. Tamb\u00e9m repetem o mantra que \u201cr\u00e1dio pirata\u201d derruba avi\u00e3o, boicotam qualquer tentativa de desarmamento e decretam que o MST n\u00e3o \u00e9 um movimento social.<br \/>\n<\/br><br \/>\nO sonho dourado da elite paulistana, que se considera moderna e cosmopolita, seria assistir \u00e0 entrada triunfal de Domingos Jorge Velho, Ant\u00f4nio Raposo Tavares, Fern\u00e3o Dias Pais, Manuel Borba Gato, espingardas em empunho, pela v\u00e1rzea do Rio Pinheiros ou ent\u00e3o pela Avenida Paulista. Finalmente \u201ccolocariam a casa em ordem\u201d.<br \/>\n<\/br><br \/>\n<a href=\"http:\/\/imediata.org\/wp-content\/uploads\/2012\/07\/empurra-empurra.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/imediata.org\/wp-content\/uploads\/2012\/07\/empurra-empurra.jpg\" alt=\"\" title=\"empurra empurra\" width=\"600\" height=\"400\" class=\"alignright size-full wp-image-2030\" srcset=\"https:\/\/imediata.org\/wp-content\/uploads\/2012\/07\/empurra-empurra.jpg 600w, https:\/\/imediata.org\/wp-content\/uploads\/2012\/07\/empurra-empurra-300x200.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px\" \/><\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Virado \u00e0 paulista &#8211; S\u00e3o Paulo, a cidade proibida (o artigo); S\u00e3o Paulo, em \u201cA Letra Mi\u00fada do Caos\u201d (a constata\u00e7\u00e3o da esquizofrenia); \u201cEntre Rios\u201d, a urbaniza\u00e7\u00e3o de S\u00e3o Paulo (o document\u00e1rio); S\u00e3o Paulo, S. A. 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