{"id":1726,"date":"2012-06-12T02:39:10","date_gmt":"2012-06-12T02:39:10","guid":{"rendered":"http:\/\/imediata.org\/?p=1726"},"modified":"2012-06-12T02:48:29","modified_gmt":"2012-06-12T02:48:29","slug":"da-sociedade-do-espetaculo-a-sociedade-da-necessidade-imposta-de-hiperexcitacao-marco-ravarino-comentando-obra-de-christoph-turcke","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/imediata.org\/?p=1726","title":{"rendered":">> Da Sociedade do Espet\u00e1culo \u00e0 Sociedade da Necessidade Imposta de Hiperexcita\u00e7\u00e3o, Marco Ravarino comentando obra de Christoph T\u00fcrcke"},"content":{"rendered":"<p><strong>Da Sociedade do Espet\u00e1culo \u00e0 Sociedade da Necessidade Imposta de Hiperexcita\u00e7\u00e3o, Marco Ravarino comentando obra de Christoph T\u00fcrcke<\/strong><br \/>\n<\/br><br \/>\n<strong>Por: Marco Ravarino, analisando a obra \u201cA sociedade excitada. Filosofia da sensa\u00e7\u00e3o.\u201d de Christoph T\u00fcrcke<br \/>\nFonte: <a href=\"http:\/\/www.linkiesta.it\/eccitazione#ixzz1xV8OPZZU\">Linkiesta.it<\/a> de 11 de junho de 2012<br \/>\nTradu\u00e7\u00e3o: Mario S. Mieli<\/strong><br \/>\n<\/br><br \/>\n<a href=\"http:\/\/imediata.org\/wp-content\/uploads\/2012\/06\/3731231_W300.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/imediata.org\/wp-content\/uploads\/2012\/06\/3731231_W300.jpg\" alt=\"\" title=\"3731231_W300\" width=\"142\" height=\"233\" class=\"alignright size-full wp-image-1727\" \/><\/a><br \/>\n<strong>Christoph T\u00fcrcke<\/strong><br \/>\n<\/br><br \/>\n<a href=\"http:\/\/imediata.org\/wp-content\/uploads\/2012\/06\/9788833981161.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/imediata.org\/wp-content\/uploads\/2012\/06\/9788833981161.jpg\" alt=\"\" title=\"9788833981161\" width=\"215\" height=\"338\" class=\"alignright size-full wp-image-1728\" srcset=\"https:\/\/imediata.org\/wp-content\/uploads\/2012\/06\/9788833981161.jpg 215w, https:\/\/imediata.org\/wp-content\/uploads\/2012\/06\/9788833981161-190x300.jpg 190w\" sizes=\"auto, (max-width: 215px) 100vw, 215px\" \/><\/a><br \/>\n<\/br><\/p>\n<p>Grande \u00e9 a excita\u00e7\u00e3o sob o c\u00e9u, mas a situa\u00e7\u00e3o est\u00e1 muito longe de ser excelente. O espetacular, o perturbador, o sensacional se tornaram a normalidade&#8230;[&#8230;]. O sensacionalismo se tornou o paradigma do sistema midi\u00e1tico (e n\u00e3o somente dele).<br \/>\n<\/br><br \/>\n<a href=\"http:\/\/imediata.org\/wp-content\/uploads\/2012\/06\/0000000001851.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/imediata.org\/wp-content\/uploads\/2012\/06\/0000000001851-300x229.jpg\" alt=\"\" title=\"0000000001851\" width=\"300\" height=\"229\" class=\"alignright size-medium wp-image-1729\" srcset=\"https:\/\/imediata.org\/wp-content\/uploads\/2012\/06\/0000000001851-300x229.jpg 300w, https:\/\/imediata.org\/wp-content\/uploads\/2012\/06\/0000000001851.jpg 599w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a><br \/>\n<\/br><br \/>\n<strong>Inquieto, neur\u00f3tico, faminto de est\u00edmulos, ainda que moment\u00e2neos, viciado por uma inunda\u00e7\u00e3o de choques emocionais<\/strong> (que n\u00e3o t\u00eam tempo de se sedimentar na consci\u00eancia), superexcitado mas n\u00e3o satisfeito: eis o homo sapiens do s\u00e9culo XXI, presa de uma sobrecarga de sensa\u00e7\u00f5es audiovisuais. A qualquer custo. Porque, a qualquer custo, \u00e9 preciso estar, \u00e9 preciso ser notado. E \u00e0s cotoveladas, para n\u00e3o correr o risco da dana\u00e7\u00e3o do esquecimento eterno. \u00c9 <strong>Christoph T\u00fcrcke<\/strong>, professor de filosofia na Academia de Artes Visuais de Leipzig,  a explicar, em seu livro <strong>\u201cLa societ\u00e0 eccitata. Filosofia della sensazione\u201d (A sociedade excitada. Filosofia da sensa\u00e7\u00e3o.)<\/strong> (vers\u00e3o italiana publicada por Bollati Boringhieri, 2012), uma imponente e complexa an\u00e1lise da contempor\u00e2nea sociedade da sensa\u00e7\u00e3o: \u201cUma sociedade que n\u00e3o \u00e9 de forma alguma nova, mas que est\u00e1 em constru\u00e7\u00e3o h\u00e1 s\u00e9culos\u201d. T\u00fcrcke elabora uma (p\u00f3s-moderna) declina\u00e7\u00e3o, um extremo ramo da Sociedade do Espet\u00e1culo de Guy Debord, e o faz de um modo muito s\u00e9rio, atualizando as intui\u00e7\u00f5es do te\u00f3rico do situacionismo e ancorando essas intui\u00e7\u00f5es num terreno hist\u00f3rico. Construiu assim uma arqueologia do conceito de sensa\u00e7\u00e3o, do Renascimento ao Iluminismo e ao presente. Atrav\u00e9s dos s\u00e9culos em que o significado fisiol\u00f3gico de sensa\u00e7\u00e3o sofreu um deslize sem\u00e2ntico: \u201cDa percep\u00e7\u00e3o mais comum \u00e0 percep\u00e7\u00e3o do incomum para desenhar, por \u00faltimo, o pr\u00f3prio incomum\u201d. O sensacional, que deveria ser raro al\u00e9m de perturbador, de caso limite se torna norma.<br \/>\n<\/br><br \/>\n <strong>\u201cOs fatos sensacionais \u2013 escreve o fil\u00f3sofo alem\u00e3o \u2013 est\u00e3o se tornando os pontos cardeais e o pulso da inteira vida social\u201d.<\/strong> No jornalismo, \u00e9 essa a realidade j\u00e1 faz tempo, tanto que derrubaram a l\u00f3gica das not\u00edcias: \u201cO comunicar porque \u00e9 importante \u00e9 suplantado pelo importante porque \u00e9  comunicado\u201d. Um mecanismo com fei\u00e7\u00f5es perversas: <strong>\u201cInflar a banalidade, simplificar realidades complexas, desviar a aten\u00e7\u00e3o p\u00fablica de um determinado assunto ou acontecimento para outro: tudo isso se insere na imprensa como a sudorese \u00e0 pele. Exige, imperativamente, higiene, mas n\u00e3o h\u00e1 higiene capaz de eliminar a sudorese. \u00c9 assim onde quer que nos deparemos com o axioma da l\u00f3gica da informa\u00e7\u00e3o, enfrentamo-nos tamb\u00e9m com o seu contr\u00e1rio\u201d.<\/strong> N\u00e3o s\u00e3o mais suficientes t\u00edtulos com caracteres cubitais. Com a predomin\u00e2ncia, agora historicizada, das imagens sobre a palavra, junto a uma muta\u00e7\u00e3o multimidi\u00e1tica cont\u00ednua (em particular, a audiovisual) do meio, a not\u00edcia agora deve ser administrada <strong>\u201ccom a for\u00e7a de uma inje\u00e7\u00e3o multissensorial, para que ela alcance seu destino no sensorial hiper saturado de est\u00edmulos dos contempor\u00e2neos\u201d.<\/strong><br \/>\n<\/br><br \/>\n<strong>Somos todos (ou quase) parte da sociedade da sensa\u00e7\u00e3o.<\/strong> Alguns, talvez, arrastados passivamente pelo fluxo irrestring\u00edvel. Poucos exclu\u00eddos. S\u00e3o protagonistas dela tanto as m\u00eddias \u201cmainstream\u201d quanto os blogs alternativos. Tamb\u00e9m os movimentos antissistema se servem da espetaculariza\u00e7\u00e3o. \u201cEsse est percipi\u201d sintetizava, no s\u00e9culo XVIII, o te\u00f3logo anglicano George Berkeley. Quem \u00e9 visto, pode se fazer notar, se mostrar. Mas a pesquisa do choque e a tend\u00eancia de espetaculariza\u00e7\u00e3o n\u00e3o s\u00e3o exclusivos da informa\u00e7\u00e3o, atingem muitos outros setores \u2013 da ind\u00fastria cultural \u00e0 publicidade e as outras m\u00eddias \u2013 e dizem respeito tamb\u00e9m \u00e0s rela\u00e7\u00f5es quotidianas. A \u201csensa\u00e7\u00e3o absoluta\u201d interv\u00e9m em fen\u00f4menos divers\u00edssimos, do piercing \u00e0 depend\u00eancia de drogas, do fundamentalismo liberal ao religioso. Os choques audiovisuais se multiplicaram no curso da modernidade, antes com o cinema, depois com a televis\u00e3o e, enfim, com a internet. A an\u00e1lise de T\u00fcrcke (o livro em alem\u00e3o foi publicado h\u00e1 dez anos) reflete ainda o macrotrauma do choque espetacular do 11 de setembro de 2001, mas o sensacionalismo \u2013 assim como o conhecemos \u2013 aprofunda suas ra\u00edzes no s\u00e9culo XVIII, depois do terremoto de Lisboa (1755) e da revolu\u00e7\u00e3o francesa, desencadeando-se uma escalada lingu\u00edstica do conceito de sensa\u00e7\u00e3o, que come\u00e7ou conotando-se como \u201cesc\u00e2ndalo\u201d, \u201cfermento\u201d, \u201cinquietude\u201d. Um deslize sem\u00e2ntico que continua at\u00e9 hoje, onde a avalanche de inputs sensoriais requerem est\u00edmulos ainda mais fortes. <strong>\u201cA excitabilidade se eleva como decisivo imperativo social, motor de uma ind\u00fastria tanto do imaterial quanto a das mercadorias\u201d.<\/strong> Os choques emocionais n\u00e3o subvertem, por\u00e9m, a ordem constitu\u00edda: distraindo e criando o v\u00edcio, a defendem.<br \/>\n<\/br><br \/>\n<strong>O \u201cestar\u201d se torna decisivo: cada um deve se comportar como um receptor-transmissor. \u201cN\u00e3o transmitir significa n\u00e3o ser\/n\u00e3o se estar\/n\u00e3o existir; n\u00e3o s\u00f3 perceber o \u2018horror vacui\u2019 do n\u00e3o se ter um emprego, mas ser tomados pelo sentimento de n\u00e3o existir em absoluto\u201d. Vazio. \u201cA difundida coa\u00e7\u00e3o universal de se estar ocupado &#8211; essa f\u00f3rmula m\u00e1gica coletiva contra o desemprego, que n\u00e3o tolera que algu\u00e9m fique \u201cem paz no seu canto\u201d nem durante o tempo livre, e o enche at\u00e9 o pesco\u00e7o de \u201cofertas\u201d &#8211; \u00e9 submetida a um consider\u00e1vel processo de unifica\u00e7\u00e3o, e justamente ao ritmo com que o desenvolvimento t\u00e9cnico converge para um instrumento universal: o computador\u201d.<\/strong> E pensar, salienta T\u00fccker, que na \u00e9poca p\u00f3s-moderna o \u201cestar inutilizado\u201d \u201cconstitu\u00eda um sinal de opul\u00eancia, significavaca que \u201cpodemos nos permitir, nos dar ao luxo\u201d. Que embaixo da cama houvesse um meia repleta de ouro e joias que nunca seriam tocadas significava que se dispunha de um fundo de reserva. Hoje, uma superf\u00edcie inutilizada, ou uma poupan\u00e7a que n\u00e3o produza juros, s\u00e3o imediatamente associados \u00e0 destrui\u00e7\u00e3o e ao vazio. O caso paradigm\u00e1tico desse vazio contempor\u00e2neo, no qual ele mostra toda a sua dureza, \u00e9 representado pela for\u00e7a-trabalho desempregada. Como \u00e9 sabido, antes do capitalismo o desemprego existia somente de modo espor\u00e1dico\u201d. Em resumo, n\u00e3o transmitir, n\u00e3o irradiar, \u00e9 cada vez menos sustent\u00e1vel. Big Brother e os outros reality shows, por mais que tenham deca\u00eddo, representaram um novo limiar na coer\u00e7\u00e3o para transmitir, levando a condi\u00e7\u00f5es cada vez mais extremas. Basta citar um epis\u00f3dio n\u00e3o t\u00e3o recente: em abril de 2001, nos Estados Unidos, verificou-se pela primeira vez uma concorr\u00eancia quanto aos direitos de transmiss\u00e3o de uma execu\u00e7\u00e3o capital. A administra\u00e7\u00e3o judici\u00e1ria, na \u00e9poca, se op\u00f4s. Mas foi, de todo jeito, uma passagem hist\u00f3rica da sociedade excitada.<br \/>\n<\/br><br \/>\n<strong>O dil\u00favio de est\u00edmulos desencadeia ansiedade nos indiv\u00edduos, o medo de n\u00e3o ser percebido.<\/strong> A coer\u00e7\u00e3o para transmitir \u00e9 uma luta para existir. A revolu\u00e7\u00e3o hipertecnol\u00f3gica deixa transparecer sinais de uma regress\u00e3o ao arcaico. \u00c0 pr\u00e9-hist\u00f3ria. Quando os homens primitivos mais expostos que n\u00f3s a experi\u00eancias traum\u00e1ticas, como a luta contra os animais ferozes, exorcizavam o \u201cterr\u00edvel\u201d (as pr\u00f3prias sensa\u00e7\u00f5es medrosas), atrav\u00e9s de graffitis rupestres. Era uma coer\u00e7\u00e3o a repetir a imagem, similar \u00e0 \u201cneurose traum\u00e1tica\u201d definida, milhares de anos depois, por Sigmund Freud (uma das principais refer\u00eancias de T\u00fcrcke, al\u00e9m de Karl Marx, Walter Benjamin e outros expoentes da Escola de Frankfurt). \u201cNo decorrer da pr\u00e9-hist\u00f3ria humana, ao redor de intromiss\u00f5es traum\u00e1ticas de est\u00edmulos, atrav\u00e9s da repeti\u00e7\u00e3o coagida, foi se formando progressivamente uma \u201ccasca\u201d cultural em que a sensa\u00e7\u00e3o cicatrizou, crescendo e entrela\u00e7ando-se com um fundo de experi\u00eancia. Agora, a coer\u00e7\u00e3o para repetir, de um aparato midi\u00e1tico continuamente em a\u00e7\u00e3o e que opera mediante min\u00fasculos choques, cada um dos quais est\u00e1 amplamente abaixo do limiar da dor, come\u00e7a a desfazer aquele processo de cicatriza\u00e7\u00e3o e de entrela\u00e7amento\u201d.<br \/>\n<\/br><br \/>\n<strong>Cont\u00ednuos choques audiovisuais s\u00e3o, segundo T\u00fcrcke, prejudiciais:<\/strong> quando os neurofisiologistas estimulam de modo preciso  certas c\u00e9lulas nervosas, o est\u00edmulo atinge o alvo e o neur\u00f4nio \u201cse acende\u201d, \u201cmas a vivacidade da sensa\u00e7\u00e3o consiste s\u00f3 em uma rea\u00e7\u00e3o reflexa. \u00c9 an\u00e1loga \u00e0 situa\u00e7\u00e3o que se verifica no bombardeio multimidi\u00e1tico simult\u00e2neo imobilizado para \u201cincendiar\u201d os sentidos. O fogo que acende \u00e9 um fogo de palha. Dura enquanto dura o est\u00edmulo, e se apaga assim que o est\u00edmulo cessa\u201d. N\u00e3o h\u00e1 espa\u00e7o para entender nem para aprofundar. N\u00e3o h\u00e1 tempo. Existe um ant\u00eddoto a esse desvio sensacionalista, \u00e0 excita\u00e7\u00e3o coagida, ao populismo reacion\u00e1rio, aos tweets e posts compulsivos, \u00e0 \u2018eventiza\u00e7\u00e3o\u2019 de massas, aos quinze minutos\/segundos de celebridade, ao voyeurismo do horror? Tr\u00fccke n\u00e3o recomenda nem a abstin\u00eancia midi\u00e1tica nem o ascetismo emocional, sugere um freio de emerg\u00eancia (cita Benjamin) como aquele acionado pelas vanguardas (da Bauhaus ao abstracionismo), que \u201cpreencha de bem-aventuran\u00e7a o sistema nervoso e ponha um fim \u00e0 inquieta e infinita passagem de uma sensa\u00e7\u00e3o a outra\u201d. Convida a aceitar um dos contrafogos propostos pelo soci\u00f3logo franc\u00eas Pierre Bourdieu, redescobrindo assim o brilho das sensa\u00e7\u00f5es rec\u00f4nditas. Aquelas que n\u00e3o gostam das primeiras p\u00e1ginas berrantes nem dos reality (shows). O objetivo \u00e9 recuperar a consci\u00eancia e a capacidade cr\u00edtica. Ser\u00e1 suficiente? Friedrich Nietzsche dizia: \u201cOs eventos mais importantes n\u00e3o s\u00e3o as nossas horas mais fragorosas, mas aquelas sem voz\u201d.<br \/>\n<\/br><br \/>\n<a href=\"http:\/\/imediata.org\/wp-content\/uploads\/2012\/06\/Snob2.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/imediata.org\/wp-content\/uploads\/2012\/06\/Snob2-300x205.jpg\" alt=\"\" title=\"Snob2\" width=\"300\" height=\"205\" class=\"alignright size-medium wp-image-1730\" srcset=\"https:\/\/imediata.org\/wp-content\/uploads\/2012\/06\/Snob2-300x205.jpg 300w, https:\/\/imediata.org\/wp-content\/uploads\/2012\/06\/Snob2.jpg 800w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Da Sociedade do Espet\u00e1culo \u00e0 Sociedade da Necessidade Imposta de Hiperexcita\u00e7\u00e3o, Marco Ravarino comentando obra de Christoph T\u00fcrcke Por: Marco Ravarino, analisando a obra \u201cA sociedade excitada. Filosofia da sensa\u00e7\u00e3o.\u201d de Christoph T\u00fcrcke Fonte: Linkiesta.it de 11 de junho de 2012 Tradu\u00e7\u00e3o: Mario S. Mieli Christoph T\u00fcrcke Grande \u00e9 a excita\u00e7\u00e3o sob o c\u00e9u, mas [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[9],"tags":[938,937,939,95,936,935],"class_list":["post-1726","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-lance-de-dados","tag-christoph-turcke","tag-filosofia-da-sensacao","tag-marco-ravarino","tag-mario-s-mieli","tag-sociedade-da-excitacao","tag-sociedade-do-espetaculo"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/imediata.org\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/1726","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/imediata.org\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/imediata.org\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/imediata.org\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/imediata.org\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=1726"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/imediata.org\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/1726\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":1732,"href":"https:\/\/imediata.org\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/1726\/revisions\/1732"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/imediata.org\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=1726"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/imediata.org\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=1726"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/imediata.org\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=1726"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}