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Por que os meios de comunicação de massas promovem os “direitos gays”? por Paul Joseph Watson


Fonte: Infowars

Por que a mídia de massas promove os ‘direitos gays’? por Paul Joseph Watson

Transcrição traduzida: Mario S. Mieli

Algumas reflexões sobre porque os meios de comunicação de massas parecem estar “empurrando” os direitos gays.

Aldous Huxley, escreveu em Admirável Mundo Novo: “Enquanto as liberdades políticas e econômicas diminuem, a liberdade sexual tende, compensatoriamente, a aumentar”.

O que me leva a formular a questão: “Vocês acreditam que as corporações de comunicação de massas realmente estão preocupadas com a situação dos gays na Rússia? É surpreendente, pois normalmente essas corporações ignoram ou apoiam plenamente a desinformação sobre todos os outros direitos – dos gays ou não gays. Talvez vocês tenham visto ontem no Google, sua participação relativa à questão de Sochi e dos gays – a bandeira gay com o arco-íris e os vários atletas olímpicos – o Google dando o seu apoio no contexto dos jogos e da chamada lei anti-gay nas olimpíadas de Sochi.

Assim, o Google afirma apoiar os direitos gays, mas ao mesmo tempo trabalha com a NSA (National Security Agency, dos EUA) para violar os direitos à privacidade de todos – gay ou não – sabemos, através de revelações recentes, que o Google deu acesso à NSA para todos os folders ftp criados, onde fazem o download de suas informações, o que é uma violação da 4a emenda constitucional (dos EUA) e uma violação de todos os direitos de privacidade em geral. Assim, supostamente, o Google defende os direitos gays, enquanto, ao mesmo tempo, viola os direitos de privacidade de todo mundo.

Outra instituição, a NBC, deu 13 vezes mais cobertura à lei anti-gay russa que aos ataques aos cristãos da Síria. Segundo o recente Pew Study, os cristãos são o grupo religioso mais oprimido no mundo hoje. Por que os meios de comunicação de massas e o sistema parecem estar preocupados só com os direitos humanos de minorias como os homossexuais, e não mostram qualquer interesse pelos direitos humanos de grupos de minorias cristãs que estão sendo perseguidos no mundo inteiro?

Há quem diga que a mídia é predominantemente liberal, e portanto tem um viés inerente de não favorecer as chamadas causas ou interesses conservadores de grupos como os cristãos.

Mas então podemos ver, do outro lado da perspectiva política, mais à esquerda, sobre a situação palestina. E, novamente, a chamada mídia neoliberal mainstream ignora as vítimas da agressão israelense na Palestina. Mas defendem à toda os direitos gays.
Assim, na mídia mainstream, independente da perspectiva política, esquerda ou direita, eles escolhem quais direitos humanos devem ser defendeidos.

Daí a liberdade comportamental versus liberdade política.

O sistema só promove e apoia as liberdades que não constituem ameaças para o Estado. E assim tentam passar uma boa imagem, defendendo os direitos gays e ignoram completamente ou até mesmo atacam os direitos à privacidade, protestos políticos como os protestos contra a NSA, a questão da perseguição aos cristãos ou a condição dos palestinos.

Toda vez que a questão dos direitos humanos for de natureza política, a mídia não tem interesse ou mesmo apoia a opressão. Quando a questão é comportamental, como os direitos gays, e não constitui uma ameaça ao Estado, então é seguro para a mídia de massas ou o Estado apoiar aqueles direitos, pois não são ameaça e dão a eles uma imagem boa.

Uma das facetas fundamentais desse debate sobre a lei anti-gay russa, estabelecido pela mídia mainstream com base numa mentira, de que gays que vão às Olimpíadas, ou mesmo aqueles acusados ou suspeitos de serem gay seriam presos, o que é uma mentira total, para quem leu a lei. Isso se baseia na hipocrisia total e ignorância do fato de que os EUA são aliados a mais de 10 países que tem leis anti-gays muitíssimo mais draconianas que a Rússia. E em muitos desses lugares, os gays são condenados à morte, por causa de sua sexualidade. Mas não vemos a mídia de massas começar uma campanha de relações públicas gigantesca por causa disso, apoiando ou promovendo direitos gays nesses países, intimamente aliados com os EUA.

O louco é que essa campanha da mídia de massas (contra a Rússia) na realidade reforça estereótipos negativos sobre homossexuais, o que de fato cria mais divisão e mais oposição por parte das pessoas que se opõem ao estilo de vida homossexual ou aos direitos gays em geral.

Esse anúncio tem sido veiculado repetidamente na TV britânica Channel 4, mostrando um homem gay gordo, barbudo, feio dançando de cueca. Isso supostamente representaria os gays, em protesto contra a lei anti-gays da Rússia.
Isso me lembra de outro anúncio, esse nos EUA, e pró-Obamacare (a reforma do setor de saúde proposta por Obama), onde, de novo, imagens estereotípicas de homens gays, só interessados em olhar um para a bunda do outro, usada como instrumento político para promover o Obamacare.
Novamente, outro exemplo de como o movimento de direitos gays está sendo sequestrado pela propaganda pró-Estado.

Então, minha pergunta: porque os meios de comunicação de massas, em sua defesa dos direitos gays, usam as mais estereotipadas, discriminatórias e ofensivas representações dos gays?
Se eu fosse gay, e visse essa forma de representar as causas dos direitos humanos gays, eu me sentiria ofendido. Vendo um homem gordo dançando de cuecas. Qual é a seriedade disso no contexto dos direitos humanos?

Vendo por outra perspectiva, se eu fosse um fundamentalista cristão, totalmente oposto aos direitos gays, será que esse tipo de coisa mudaria minha opinião? Ou só confirmaria meu preconceito sobre o estilo de vida gay como sendo promíscuo, frívolo, destrutivo, sem ter nada a ver com os direitos humanos?

Essa representação dos gays que os meios de comunicação de massas promovem, na chamada defesa dos direitos gays – na realidade, encorajam e forjam mais ‘divide e impera’ entre os proponentes dos direitos gays e aqueles que os criticam e se opõem a eles. Só põem mais lenha na fogueira.

Em resumo: tolerância versus propaganda. A mídia ocidental esculacha a Rússia devido à chamada lei anti-gay, completamente descaracterizada quando se lê realmente a lei. E, ao mesmo tempo, veiculam propaganda pró-gay, mas os representam com imagens negativas.

De um jeito ou do outro, é propaganda. Não tolerância.

Tolerância é aceitar que as pessoas têm direito de viver suas vidas como quiserem, sem interferência do Estado, ou sem perseguições pessoais. Tolerância não quer dizer apoiar ou adotar um certo estilo de vida. Significa apenas tolerá-lo e não incitar a violência contra ele.

[…]
Concluindo, será que a mídia de massas realmente se preocupa com a situação dos gays na Rússia?
Normalmente, não ignoram e até apoiam os ataques contra todos os nossos direitos. Porque o sistema só promove as liberdades que não constituem ameaça ao Estado, como em liberdades comportamentais, as quais são expressadas por todos. Enquanto desencorajam o exercício de liberdades políticas, não dedicando a isso a mesma atenção, não defendendo esse tipo de liberdade e até apoiando os ataques contra ela. Como citei antes, com o caso das minorias cristãs perseguidas e a condição dos palestinos. Nenhuma dessas questões recebe qualquer nível de proteção e defesa, se comparados com os direitos gays, porque os direitos gays tratam de liberdade comportamental e não são ameaça ao Estado, do qual a mídia de massas é um mero canal e porta-voz.

Há uma saturação na cobertura dos direitos humanos, no contexto dos jogos olímpicos de Sochi e da lei anti-gay russa, em comparação a histórias importantes, como a que apareceu ontem, sobre a funcionária do Departamento de Estado (EUA) Nuland, basicamente ditando para a Ucrânia como o país inteiro deve ser gerenciado, através dessas falsas revoluções. Comparada à questão dos direitos gays, essa história recebeu pouquíssima atenção da mídia mainstream.
Novamente, concentrar-se nas liberdades comportamentais fornece a grande desculpa para ignorar escândalos políticos maciços, escândalos dos bancos, escândalos econômicos que ocorrem diariamente.
Isso também é a tática do ‘divide e impera’, mantendo divididos os ativistas dos direitos gays e os opositores a eles, impedindo-os de chegar a uma mútua compreensão. E isso é feito representando-se os direitos gays dessa forma divisionista e estereotipada. O reforço do estereótipo contra os gays não contribui em nada para promover a tolerância, e a compreensão comum. Pelo contrário, estimula o oposto disso entre os cristãos conservadores: mais ódio e mais intolerância.

Enquanto a mídia trata obcecadamente dos direitos gays, ela usa essa distração, essa questão paralela, para criar ainda mais divisão. E todos os nossos direitos são atacados. Sem qualquer protesto por parte dessa mesma mídia de massas. […]

 

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