>> Cinco minutos x 2 para entender a Bancanalhocracia, via Alain Soral na França e aula-manifestação na Itália

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obra de Barbara Kruger

BANCANALHOCRACIA

Numa “singela” homenagem aos 100 anos de aniversário (dia 23 de dezembro) do Federal Reserve, ou FED, que corresponde, nos EUA, ao Banco Central de outros países – e que, quase como todos os bancos centrais do mundo, não pertencem a seus respectivos governos, mas são cartéis dos principais bancos privados, e que emitem dinheiro já de partida como dívida, ou seja, no momento de emissão do dinheiro, a pedido dos respectivos governos, o próprio governo (ou seja, os cidadãos da nação) são taxados com juros mais ou menos exorbitantes…

E diga-se de passagem: esse dinheiro não tem qualquer respaldo (em ouro, por exemplo) mas é criado simplesmente do nada (hoje em dia simplesmente por dígitos no computador). A isso se chama dinheiro fiat.

Esse modelo fraudulento, iniciado pelos Rothschild na Inglaterra há cerca de 300 anos, através do Banco da Inglaterra (o banco central daquele país) foi exportado compulsoriamente para o resto do mundo (com exceção, hoje, de Rússia, China, Irã e Islândia). Eram exceção também a Líbia e ainda a Síria, e daí se pode entender um dos porquês das guerras e invasões.

Assim, o poder dos bancos nasce da maior fraude/roubo/trapaça da história da humanidade. Que é escravizar as nações e a humanidade através de uma dívida odiosa totalmente aleatória, arbitrária e sem razão de ser.

Esse aspecto fundamental do funcionamento da economia e do monetarismo é sempre cuidadosamente velado, deixado de lado, quando não omitido da maioria das universidades de economia do mundo (com raríssimas exceções). Pode-se passar 4 anos ouvindo falar de inflação, deflação, correção monetária, “livres-mercados”, lei da oferta e da procura, etc. e tal, mas como é criado o dinheiro nas Eras moderna e contemporânea, por quem, por quê e quais as implicações disso, faz parte de um pacote de tabus que não podem ser abordados nem proferidos, à custa de expulsões dos cursos, marginalização e até a eliminação (não foram poucos os políticos, jornalistas, pensadores e até presidentes que foram nocauteados por quererem modificar esse estado de coisas).

Por ironia, no século XX, o discurso da senhoriagem e da usura bancária não foi enfrentado por um economista, mas por um poeta: Ezra Pound. Por isso, foi internado num hospício durante longos anos, ostracizado, e ainda hoje, muito depois de morto, é banido de antologias e tido como persona non grata.

Da França – trecho de entrevista de Alain Soral com legendas em português sobre “O Poder dos Bancos”:
Alain Soral – o poder dos bancos:

e outra da Itália (Bergamo), aula-manifestação em 9/12/2013 – com tradução da fala abaixo.

9dicembre

Transcrição traduzida:

…Porque só nesta rua, há mais de 20 bancos privados. Os melhores edifícios dessa cidade foram comprados por esses bancos privados.
Para entender aquilo que está acontecendo na Europa, vocês precisam fazer esse paralelo:
Os melhores edifícios são posse de bancos privados. Todas as nossas poupanças estão nos caixas deles […] Tudo aquilo que temos, na realidade, foi tomado por eles. E são bancos privados.
Vocês podem ir perguntar aos seus políticos, para aqueles em que vocês votaram: o Banca d’Italia é pública?
Responderão: Claro que é pública.
Mas isso é uma mentira!
O Banca d’Italia é privada. Foi privatizada e foi formada por esses criminosos. Esses criminosos pertencem a lojas maçônicas – a grupos internacionais que há décadas estão escravizando a Europa […]
Nós somos italianos. E são eles que não tem carteira de identidade. São eles que nos estão endividando através de leis bastardas.
A moeda nasce como propriedade do banqueiro privado e é debitada ao cidadão e a todos os estados europeus.
Isso se chama de “fraude da senhoriagem (usura e endividamento na criação da moeda) bancária”.
E hoje estamos aqui para dizer: Criminosos bastardos. Nós queremos a soberania. Queremos um parlamento democrático. De pessoas eleitas pelo povo e que estejam fora da maçonaria, fora dos “clubes” internacionais como o Bilderberg.
Nos falaram tanto de P2 [Propaganda 2, uma das lojas maçônicas italianas ligadas à cia que ficou famosa pelos múltiplos escândalos políticos e econômicos] … existem 18.000 P2…

Precisamos promulgar uma lei. Dizer aos nossos militares: Coloquem todos eles atrás das grades!!!

Nós estamos invadidos pelas bases da OTAN. Um pacto trágico que nos escraviza e nos rouba o território. Precisamos ir manifestar em frente às bases deles e dizer: Voltem para a América!!! Voltem para Israel!!!

Nós somos italianos e queremos ser independentes!

Olhem o Banca d’Italia, que está fechada pois está cagando nas calças. Mas vamos dizer pra eles quanto dinheiro nos devem, desde quando prosseguem com a fraude da senhoriagem bancária, que estabeleceram em toda a Europa e em todo o mundo.

Procurem na internet para se informarem sobre senhoriagem/usura bancária. E publiquem. Mostrem aos seus amigos e empregadores.

Precisamos parar de sermos imbecilizados pela televisão e por jornais como o L’Eco di Bergamo ou La Repubblica. Os jornais estão todos de acordo. Pertencem aos bancos.

“Mas que honra” (irônico) poder subir as escadas deste lugar de merda para dizer quanto dinheiro nos roubaram. Estou nas escadas do Banca d’Italia, o nosso patrão.
Parem de pensar que sejam os políticos os nossos chefes.

Eles são só os garçons dos banqueiros!
E estes são décadas que estão se organizando para fazer os Estados Unidos da Europa, no mesmo modelo globalista da dívida individualista americana. Nossos políticos são todos servos de lobbys israelenses, de lobbys maçônicas, de lobbys financeiras, para as quais não somos mais que peões a serem deslocados.

Estamos hoje aqui porque estamos putos. Mas é provável que essa manifestação é desejada também pelas lobbys que nos governam. Para nos instrumentalizar. Portanto, olhos sempre abertos! Olhos sempre vivos! Se nos colocarem na boca palavras que não queremos dizer. Querem deslocar nosso protesto para argumentos que não são importantes.

Sobre o tema, ver também:

“Deus não morreu. Ele tornou-se Dinheiro” – Entrevista com o filósofo Giorgio Agamben
http://blogdaboitempo.com.br/2012/08/31/deus-nao-morreu-ele-tornou-se-dinheiro-entrevista-com-giorgio-agamben/

One Bank to Rule Them All – World Bank Whistle-blower Reveals Bank Conspiracy
Por Jimmy Mengel
no site:
Outsider Club

http://www.outsiderclub.com/one-bank-to-rule-them-all/673

 

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