>> Maquiavelagens 25 – A catraca pra Puta que o pariu que fez d’espertar o vulcão, pá-larvas de Artur d’Amaru



>> Maquiavelagens 25 – A catraca pra Puta que o pariu que fez d’espertar o vulcão


pá-larvas de Artur d’Amaru


“Quando os vampiros acusam os mosquitos de serem sanguinários…”
Monia Benini







Charlatães neocons neoliberais neobundões
âncoras, especialistas, comentaristas
sempre de mercenário plantão,
caga-regras porta-vozes servis da
enquistada necro-pluto-clepto-cracia
chantagista, do “é bom irem se acostumando”…
ostentando nomes parecidos a Fuck You Yama
Elizete Cata-nhecas, Mariazinha Leitão à PururUsa e Adamastor Jabordoada
diariamente decreta(va)m a morte da História




Eles e seus oligopólicos e vampiros patrões
repetem seus chavões e frases feitas
convencidos de que martelando seu sonho monopolístico, tirânico e totalitário
como se fosse a única realidade,
– consumada e consumida –
tal efetivamente se tornaria… Eureka!
Mas qual era & é o “dream” deles?




Destruir os sonhos de todos os outros e
Lucrar, lucrar, lucrar ao fazê-lo.
Ficar podre de rico no processo.

Claro que, preferivelmente, em inglês, para eles
a única língua falável na pós-história:

Destroying everybody else’s dreams and make a profit out of it.

Usuraria-mente. Deslavada-mente.
Para ter o prazer canalha adicional de lesar o próximo, de fraudar o cidadão, de meter a mão no contribuinte.




Seguros estavam e estão
de que nunca se alteraria
o status de quem apita no galinheiro,
moldados na arrogante pretensão
daquele outro império,
ainda pérfido parceiro e cúmplice,
onde o sol nunca se poria.

Por quê sentir tanta firmeza?

Por toda a barbie-barbárie cólon-izante
e a contínua semeadura de desgraças
imposta, holly-woody-sticamente
que imporiam para o todo e sempre,
fazendo da vida propaganda,
e só-se-pagando caro e salgado,
uma maldição patodonaldificada,
aureolada de mickeymouses,
de profanas madonas e ladies gagás,
fastfoodida,
perversa, assassina,
complotada por big-brothers insistentes e nauseantes,
onde prevaleceria sempre a
ele-gan(ân)cia crua ou subliminar,
mascarada ou descarada, por vezes
camuflada “nas coxas” de
ele-gância mega-má-fiosa de quadrilha composta.




Os trilionários investimentos feitos
com o dinheiro retido, fraudado, roubado
desviado de impostos, fundos de pensões e derivativos,
“aplicado”
numa perene cultura da vingança
na estética da retaliação
no lead absolutista do medo
na conflagração generalizada contra o gênero humano

E como humano vem de húmus…
Que o húmus também seja arrasado
E que toda a terra seja part-ilhada em
megalatifúndios e
teatros bélicos de agrobusiness
onde todos os cultivos sejam transgenificados
e tornados escoadouros de pesticidas, inseticidas, formicidas
Que todas as cidades sejam campos de concentração a céu aberto, Gaza-eificados
Que toda linguagem seja pervertida e desvirtuada
Que tudo seja patenteado e privatizado!
Que todos sejam zombificados e entorpecidos.
Vacinados cancerigenamente, compulsoriamente fluorizados, devidamente microchipados, initerruptamente pulverizados.
Que todo clima seja manipulado e feito irrespirável, promovendo-se a ‘singularidade’ híbrida do novo Golem ao reverso: o homemáquina.
Que todos os rios sejam desviados e represados.
Que todos os mares sejam acidificados e petrolificados.
Que todo o céu seja ofuscado por nanopartículas metálicas, vírus e pragas sintéticas que acelerem a golemificação da galera.

Mas, sobretudo, cobrar muito caro por cada um desses abomináveis e inomináveis “serviços”…





E que os que FAZEM DE CONTA só se preocupem em FAZER AS CONTAS de seus proveitos, seus lucros, sua rentabilidade… a MAGNITUDE DE SEU IMUNDO ROUBO, mas fazendo-o sempre passar por MAGNÂNIMO ARROUBO.

Foi nesse contexto que,
um belo dia,
nesse mundo já “sem história”,
alguém ou alguéns,
ao ter que passar pelo humilhante pedágio de alguma catraca,
para pode chegar a algum Puta que o Pariu,
em vez de massa-Golem de poleiro,
em vez de pintinho timidamente ciscando em detestável terreiro,
em vez de obedecer
as imposições das perversas quadrilhas da desestabilização, desconstrução e desumanização que se fazem chamar de elites,
mas que não passam de corja parasita e predatória,
as gentes começaram a d’espertar…
e irromper…
rebelando-se contra o
Descontrato Social compulsório imposto pelo Conselho Supremo da Organização das Nações Homogeneizadas, Unificadas e Pasteurizadas,
a mando das autoridades-capatazes constituídas globais e dos
desrepresentantes civis lacaios do império do fim do mundo…

Gente consciente, subconsciente e inconsciente, gente que tinha ouvido o galo cantar mas não sabia onde,
gente que tinha ouvido o galo cantar e que queria degolar o galo,
gente que se viu, de repente, articulada, pensante, entusiasmada
e essas gentes, em tantos lugares do mundo, pareciam virar
lava quente jorrando
do vulcão de um novo mundo,
o novo mundo
em que o planeta tinha se transformado.

No que isso dará?
Será que as coisas realmente mudarão?
Qual será o êxito disso tudo?




A lava ainda está quente para virar larva mas já virou palavra.

O que se sabe é que
essas imensas lavas de gente
vomitadas da boca do vulcão
são a esperança de um novo húmus, de novas larvas.


Que tenham se afastado das caixas de tristeza geradoras de apatia da tv-lavagem-cerebral já é positivo…
Que tenham se motivado a se REAPROPRIAREM DE SUAS VOZES, DE SEUS CORPOS, DE SEUS SONHOS, já é um milagre.
Que tenham se REAPROPRIADO DAS RUAS, DAS CIDADES, DA LINGUAGEM E DO DISCURSO
já fez tudo mais que VALER A PENA.
Nessa descoberta do d’espertar.






 

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